Tá parecendo eu quando vejo cerveja a venda.

Chuchus, nesse momento vocês já devem estar sabendo, porque ninguém descola a cara do Facebook, mas como é de nossa obrigação moral, vamos aos fatos: E A VENDA DO NEYMAR, HEIN?

Ah é, antes que eu me esqueça, tenho que falar da Netflix: agora pela manhã foi divulgado a notícia que o canal comprou o BdE e por isso teremos séries baseadas na origem da LuÇ, documentários sobre obesidade mórbida com o Inferno, como criar 37 filhos com Sorg, Léo, sua esposa e sua gata e vida e obra de uma máquina estrelando King o selo Millarworld, criado por Mark Millar.

Com isso, séries como Superior, Nemesis, Chronomauts, Huck e Legado de Júpiter (menos Kick-Ass e Kingsman, por estarem com outros estúdios) podem e serão adaptadas exclusivamente pelo canal em forma de filmes, séries e programas infantis. Mark Millar continua empenhado em criar seus quadrinhos, com o intuito de virarem filmes, mas agora publicará pelo selo Netflix.

Esta é apenas a terceira vez que uma empresa de quadrinhos é comprada neste nível. Estou apaixonado pelo que a Netflix tem feito e animado com os planos deles. Netflix é o futuro e Millarworld não poderia ter um lar melhor.

A declaração integral do Millar pode ser lida AQUI.

Recomendação do Sorg

Óia, até que demorou. Eu já tinha comentando com meus amiguinhos do BdE que o que o Mark Millar sempre quis com o Millarworld foi uma passagem mais rápida das suas obras para outras mídias. Aliás, já faz um tempo que 90% do que ele escreve já são HQs com uma pegada cinematográfica. Como o Moe disse no grupo do Whats, é de se tirar o chapéu pra ele por ser um marketeiro de primeira e ter acertado a mosca com essa venda.

Sobre a Netflix estar com um pé na cova, devendo até as calcinhas, istrudia saiu um artigo no LA Times dizendo que a empresa possuía uma dívida de 20 bilhões de Trumps. Pois bem, o canal veio a público e divulgou a nota abaixo que eu malandramente roubei traduzida do Omelete. Saquem só:

A matéria do LA Times calcula erroneamente nossa dívida com o valor de US$ 20 bilhões ao considerar nossas obrigações de transmissão (por exemplo, contratos de conteúdo com estúdios), no valor de US$ 15,7 bilhões, como parte dessa dívida, o que não procede. Temos uma dívida total bruta de US$ 4,8 bilhões versus o nosso valor no mercado de ações que é de US$ 75 bilhões. O LA Times já corrigiu a matéria.

Contextualizando, os US$15,7 bilhões são referentes à gastos futuros com conteúdos que trarão resultados ao longo do tempo. Todos os canais de televisão aberta e a cabo, além de serviços de streaming, têm contratos de licenciamento e utilizam a mesma estrutura. Como referência, Disney/ESPN tem US$49 bilhões em compromissos similares para contratos relacionados a esportes.

Particularmente, penso o seguinte: se eu fosse o relações públicas do canal eu soltava uma declaração mais simples e direta:

Devo, não nego. Pago quando puder. Cuidem da suas vidas, senão não tem segunda temporada de Stranger Things. Bjos.

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