É isso ai, bando de desocupado! O Festival Internacional de Quadrinhos começou nessa última quarta e hoje, Sorg e dona patroa tiverem o prazer de participar do evento. E, sem mais, vamos saber qualé e ver iBágens, muitas iBágens!

Pois bem, nós chegamos em BH por volta das 12:30 e fomos direto para o local do evento. E, após chegarmos, constatei o seguinte: ao contrário do que todos falaram, achei o espaço Serraria Souza Pinto bem amplo e muito bem dividido. Mesmo cheio, dava para andar pelos corredores, visitar os estandes e ver as lojas e hqs sem maiores percalços. A minha ressalva é em relação à localização da Serraria. O pedaço não é lá muito bem frequentado e nóias e pessoas com intenções duvidosas rondando o local. Tanto que Sra Sorg e eu não ficamos um pouco preocupados na volta a pé para o hotel, localizado a poucas quadras de distância.

Adiante: quando se adentra o FIQ, você logo de cara encontra a exposição em homenagem ao Laerte e ao Lélis. A exposição é muito bem organizada e bonita de se ver. Dá pra se perder muito tempo ali apreciando as obras e o processo criativo dos artistas.

Segue o baile: o restante do espaço é divido de forma padrão nesse tipo de eventos: lojas e estantes rodeiam o local enquanto que no centro, mesas de autógrafos e espaço dos artistas dividem as atenções do nerds. Aliás, a quantidade de artistas expondo trabalhos autorais e independentes é absurdo. Sério, não consegui parar e olhar com calma cada mesa, cada trabalho, ver o que valia a pena comprar para conhecer, etc. Ainda bem que ainda temos sábado e domingo.

Recomendação do Sorg

Demos algumas voltas pelo local sem nos demorarmos muito em nenhum estande e, após engolirmos um lanche qualquer, fomos conferir a palestra de Eduardo Risso e Dave Johnson.

Os dois muito bem humorados conversaram basicamente sobre 100 Balas. Risso contou sua experiência com Brian Azarello, como o autor tem o péssimo hábito de não ter muito planejamento de roteiro e, quando o faz, muda tudo nos 45 do segundo tempo. Além, contou sobre o processo de criação dos personagens da série, de como compôs a ambientação das histórias, o começo da parceria com Azarello em Johnny Double e um pouco sobre o mercado americano.

Por sua vez, Dave Johnson contou de seus trabalhos passados na animação Ben 10, Batman do Futuro e Liga da Justiça; de como caiu quase de paraquedas em 100 Balas e “reclamou” de Azarello. Inclusive, contou uma história bem divertida de como Azarello teve que adaptar o roteiro de uma edição na última hora por conta de uma capa sua.

Logo em seguida, no mesmo auditório, conferimos um dos eventos mais aguardados do dia: o lançamento das novas Graphics MSP.

A palestra começou com uma ótima surpresa: a presença inusitada de Maurício de Souza. O mesmo falou pouco e logo em seguida passou a palavra para os artistas das Graphics já lançadas: Danilo Beyruth, Cris Peter, Cafaggi Brothers, Gustavo Duarte e Shiko.

Beyruth e Peter falaram pouco, Cafaggi Brothers emocionaram toda a plateia com tamanha simplicidade e delicadeza, Gustavo Duarte fez um show de Stand up e Shiko contou o processo de criação de Piteco – Ingá.

Enfim, logo após, isso aqui foi mostrado:


O auditório veio abaixo, os artistas se emocionaram e choraram, a platéia idem e os olhos do Maurício de Sousa brilhava em forma de cifras.

Sidney Gusman ainda comentou sobre a força do mercado nacional de hqs, Maurício disse que essas Graphics irão virar longas (bem provável que animados) e que tem já contatos com algumas produtoras. Porém, se ninguém quiser, ele bancará sozinho a porra toda. Porque ele é ricaaaaaaaaaaaaaaa.

Para encerrar… tchau. Tô cansado pra caralho e amanhã tem mais.

Se liguem na nossa página do Facebook que tô mantendo a parada atualizada durante o evento. Amanhã tem mais.

Ah, acabei de ver que não tem como upar as fotos aqui que elas são grandes demais (ui).

Não vou redimensionar essas coisas agora. Vão lá no FB e confiram lá. Se fodam quem não tem um perfil lá.

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