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A paternidade chega para todos… Tá, nem todos, mas quase.

Pois bem, Enxutos e Enxutas! Assim como o Sorg, farei também uma breve descrição sobre a paternidade.

Tudo começou quando dona Reverenda e eu encomendamos um filho/a para a dona cegonha… Vocês sabem como que é isso, né, crianças?

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Recomendação do Sorg

Nosso receio de engravidar era a saúde da dona Reverenda, pois, alguns anos, antes ela havia tido um caso grave de trombose no cérebro, devido ao uso de anticoncepcional, ficando internada 13 dias na UTI. Desde aquele caso, ela nunca mais tomou nada que tivesse hormônios. Não sei se vocês sabem, mas a gravidez é PURO hormônio e isso podia acarretar a volta da trombose. Então ela teve que tomar injeção de anticoagulantes TODOS OS DIAS, durante e após a gravidez. Tudo com supervisão médica, claro. Dona Reverenda foi muito guerreira.

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Enfim, após 8 meses de “pura emoção” e do descobrimento de que teria uma filha nos braços, em um domingo normal, exatamente às 23:00h do dia 12/03/2017, dona Reverenda começou a ir no banheiro diversas vezes. Me certificando do que ela tinha, reparamos que a bolsa havia estourado. Corremos para o hospital. Dona Reverenda entrou em trabalho de parto, mas nossa pequena não havia se posicionado, sendo encaminhada para a sala de parto para uma cesárea. Às 08:58h na segunda, do dia 13/03/2017, nascia minha filha.

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Já ouvi muito os dizeres “quando ver seu filho/a tudo vai mudar”. Sempre duvidei disso, mas quebrei a cara. A primeira vez que a vi foi algo mágico, surreal. Ela, toda pequena e desconfortada com aquele “novo mundo”, veio aos meus braços. Tão frágil, tão linda, tão curiosa. Ela não chorou muito, preferindo observar tudo e todos com aquele olhar de curiosidade, típico dela.

A paternidade mostrou-me o que é sentir falta de alguém, quando não estou perto. Mostrou-me a importância de estar presente, de estar ali para ela, por ela. Mostrou-me que aquela pequena precisa muito de cuidados e que farei o possível e o impossível para cuidar de tudo o que ela necessitar.

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Esquisito? Se fosse há algum tempo leria esse mesmo texto e acharia muito piegas, mas hoje sinto exatamente isso e muito mais que não consigo descrever.

Para encerrar, cito uma parte muito bem explicada no texto do Sorg:

“Óbvio que nem tudo são flores. A preocupação é constante, você se depara com problemas que nunca nem tinha imaginado passar (…) trabalha em casa mais que você trabalha no seu emprego (…) postEs eu faço na hora do almoço, séquisso com a patroa? Não sei o que é isso hauiahu(…) não sei por que estou rindo. Sério, triste isso…”

Hauahua… não sei por que estou rindo disso novamente. É triste mesmo. :'(

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