Chuchus, vocês sabem que tá rolando a E3, a maior feira de vídeo games do mundo todo lá em Los Angeles, né? Pois bem, geral anda arrancando as cuecas pelas cabeças (principalmente por conta do novo God Of War) e, com esse postE, eu separei o que mais me chamou a atenção. Simbora:

God of War. O trailer que deixou o Ckreed molhadinho finalmente traz a volta de Kratos e sua estreia na nova geração de consoles da Sony. E aí?

Bão, a bicha tava me falando que esse jogo se passará cronologicamente depois de GoW 3 (para quem não sabe, Kratos matou todo o panteão dos deuses gregos e depois se matou. #PorraDada. Mas seu corpo desaparece e uma fênix entalhada com seu sangue aparece no chão). Então desculpa para ele voltar a vida é o de menos. Agora, como ele foi parar no mundo dos deuses nórdicos e quem é a piranha que teve um filho com ele (e outra vez a mulher dele morreu? #PORRADADA!!!) Mas, vamos ao gameplay. A movimentação tá chupada sem medo (ui) de The Last Of Us da Naughty Dog. Até a corridinha merda do Joel discoxtas tá iNgual. O filho do Kratos se move exatamente igual à Ellie em TLoU, ect e tal.

No geral eu achei legal mas ainda acho que pode ser melhor. Bem melhor. Tava mais que na hora de inovar a franquia que vem fazendo mais do mesmo (em termos de jogabilidade) desde o primeiro jogo. Sobre a história, eu espero que tenha confrontos épicos do personagem contra Thor, Odin e todo panteão nórdico, ao contrário daquela luta chata e entediante do Kratos contra o Zeus. Enfim, eu provavelmente não precisarei comprar porque com certeza meu filho o fará.

Recomendação do Sorg

Skyrim remaster. Skyrim remasterizado para nova geração, com um ou outro guéri guéri. É Skyrim no PS4, porra. Óbvio que eu vou comprar. Sim, eu sou um verme.

Detroit Become Human, jogo novo da Quantic Dream, de Heavy Rain e Beyond Two Souls. Mas deixa eu divagar antes de falar desse trailer. Um dos objetivos do estúdio com seus jogos é proporcionar o mesmo nível de imersão nos jogadores que os filmes fazem com os telespectadores ao mesmo tempo que eles possam vivenciar histórias complexas e com liberdade de escolha que você tomaria se fosse o protagonista. Não precisa ir só do ponto A ao B se você pode simplesmente mandar os pontos A e B se fuderem.

Com Heavy Rain eles deram os primeiros passos nessa premissa e foram bem sucedidos (rápido resumo: você é um pai em busca do Assassino do Origami, um serial killer suspeito de ter sequestrado seu filho). Há quem diga que há mais de 100 possibilidades para se chegar aos (aparentemente) 18 finais possíveis do jogo. Eu fiz um.

Já em Beyond Two Souls (que eu tenho aqui mas ainda não joguei) meu filho que está marromenos na metade da jogatina diz que você não se joga muito e fica quase o tempo todo acompanhando a história e, quando você assume o controle, a maioria se dá por QTE (quick time events, aperte o botão tal na hora tal). E já vi muita gente criticando o jogo pelo estúdio ter perdido a mão e deixado o mesmo mais como um filme jogável.

E aí chegamos em Detroit Become Human. O trailer não diz muito sobre a história per se mas nos mostra que a possibilidade de escolha para os acontecimentos da história é gigantesca. Particularmente eu achei todas aquelas possibilidades de salvar a garota sensacionais (eu adoro jogos que me deem mais do que vá daqui até ali e faça isso) mas não sei se isso vai se traduzir em um jogo jogável mesmo ou uma história bem construída, bem elaborada e desenvolvida mas transformada em um filme interativo. Aguardemos, pois.

Days Gone. Sandbox pós apocalíptico, você é um mercenário que perdeu tudo, que busca um sentido para vida enquanto é violento pra caralho, yadda yadda yadda. Nhé. Mas se tiver a possibilidade de viajar pelo país de moto, aí já chamou minha atenção.

Dishonored 2. <3 <3 <3

Caras, eu gosto demais do primeiro jogo. É um tapa na cara de quem mimimiza que FPS é só tiro, guerras, etc e tal. Enfim, a continuação foi anunciada na E3 do ano passado com um trailer que só serviu para deixar os fãs molhadinhos e nesse ano nos sabemos mais sobre o jogo. Há a possibilidade de se jogar com Corvo Attano (protagonista do primeiro jogo) ou Emily Kaldwin, a princesa sequestrada do Império das Ilhas. A história se passa 15 anos depois da primeira, com Emily, a governante do império depois do assassinato de sua mãe no jogo anterior e seu pai, Corvo, investigando uma nova tentativa de usurpação do trono do império. Há novas magias, a possibilidade de se aliar a facções e a chance de matar geral ou passar o jogo inteiro no stealth, como um nindjá. Suas escolhas mudam o rumo da história e há inúmeros caminhos para se completar as missões.

E aí? Óia, eu achei do caralho, ainda mais por eles terem dado voz ao Corvo e tirando o estigma de capacho dele. Mas eu queria que eles mudassem algumas coisas que são bem bundas no primeiro. Uma delas é mudar a forma de contextualizar a história do Império das Ilhas, que no primeiro jogo se dava como livros e textos enormes espalhados por todo o jogo. Li os dois primeiros, depois só armazenava eles no meu inventário. Outro lance que ficou totalmente jogado é a figura do Outsider, um cara meio místico que é adorado no império e que aparece para você do além, te dá os poderes e só. Não fala o que ele quer, porque ele te ajuda, qual a agenda do cabra, nada. É completamente Deus Ex Machina e é bem frustrante ele não ter um objetivo no jogo e te ajudar por puro altruísmo. Mas que se foda, quero muito jogar Dishonored 2.

Fallout 4 – Far Harbor. DLC de Fallout que aparentemente vai explorar uma nova história no mundo pós apocalíptico do jogo. Bão, eu ainda não acabei Fallout 4 (e sinceramente tô longe ainda) mas é bom ver que eles estão pensando fora da caixa nos DLCs agora, dando vida longa aos jogos com novas histórias e não soltando mais personagens aos poucos (né NetherRealm?). Mas eu gosto bastante de Fallout 4 e devo jogar essa expansão, principalmente porque já colocaram o fodástico Nick Valentine na parada.

Horizon Zero Dawn. Esse é mais um que foi anunciado em 2015, deixou todo mundo ansioso mas ninguém mais falou nada. Um futuro onde as máquinas são marromenos como animais, uma ruivinha gostosa como protagonista, um visual lindo pra caralho. Eu si amarrei. Quero muito jogar. Saí em fevereiro do ano que vem.

Watch Sorgs Dogs 2. Óia, eu tenho algumas horas de jogo do primeiro aqui e posso falar com propriedade que a Ubisoft queria fazer seu GtA mas deu um tiro no próprio pé. Todo o lance de poder hackear tudo o que quiser é legal mas só nos primeiros minutos. Depois fica chato, um monte de informação fica pulando na tela o tempo todo, atrapalhando pra caralho a jogatina, dirigir veículos é horrível, a história é bem marromenas, enfim…

Pelo gameplay dessa continuação, não parece ter havido muita mudança na jogabilidade de um para outro. Devo passar longe.

South Park – The Fractured But Whole. South Park cheio de referências nerds. FUCKING AWESOME. E, para vocês que ainda não jogaram The Stick of Truth, o que estão esperando, porra??

For Honor, outro anunciado em 2015, traz vikings, samurais e cavaleiros, tudo junto e misturado. Achei ok, nada demais. Os gráficos me lembraram Lord of The Fallen. Fora isso, nhé.

E por fim, Tom Clancy´s Ghost Recon: Wildlands. Caras, eu si amarro em jogos desse tipo, espionagem stealth, coisa e tal. Uma pena que a Ubisoft anda investindo bastante na maldita jogatinha online que não me apetece nem um pouco (né, The Division). Enfim, se esse Wildlands tiver um modo história consistente, com certeza jogarei. Do contrário, se for voltado para a nova geração de gamers que só gostam de dar tipo e xingar muito no Twitter enquanto jogam online, passarei longe.

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