Mas, para suprir isso, sempre podemos contar com a internet.

Chuchus que venderam a alma para o Mark Zuckerberg, a mão direita de vocês já deve estar triste com a notícia que a Disney assinou a alforria da Princesa Leia e, em um futuro bem próximo, não teremos mais qualquer tipo de material vindo da empresa com a imagem da Slave Leia.

O lance tomou grandes proporções quando Carrie Fisher, em entrevista recente com Daisy Ridley, resolveu jogar a meleca no ventilador, dizendo para que a protagonista do novo filme da franquia não ceda as pressões do estúdio e se torne um símbolo sexual como aconteceu com a própria:

Lute por sua roupa. Não seja uma escrava como eu fui.”

O caldo entornou de vez quando J. Scott Campbell, em sua conta no Facebook, mimimizou o seguinte:

Daisy Ridley não vai precisar lutar contra nada. A Disney já está eliminando a roupa de escrava de seus produtos futuros. Você não vai ver nunca mais um merchandising com a roupa de escrava. 

Eu ouvi isso de duas fontes. E nós nem podemos desenhar Leia numa pose sensual na Marvel, quanto mais de biquini! Também tivemos uma estatueta de Slave Leia proibida numa grande fabricante, porque ela deixará de existir no merchandising [de Star Wars].

Cara, e ai?

OK, a Disney não quer sexualizar seus produtos. Mas e o que isso diz sobre toda a sequência dela presa pelo Mr Loverman, Jabba? Vão dar uma de George Lucas e lançar uma nova versão da trilogia clássica, com ela coberta por CGs?

Recomendação do Sorg

Não entremos no mérito do onanismo do Lucas e do desconforto de Fisher durante as filmagens do episódio VI. Dentro do contexto da trama, isso tudo faz sentido. Em nenhum momento da franquia clássica, a personagem é tratada como uma femme fatale ou mesmo uma donzela em perigo. Leia acaba daquele jeito por estar na mão de um alienígena mafioso escravocrata. Não há momentos de sensualização e nem romance na cena e é óbvio que a pesonagem se encontra daquela forma contra sua vontade. Isso tudo não tira a força da personagem que, do começo ao fim da trilogia, se mostra forte, decidida e determinada. Tanto que, na primeira oportunidade, ela mata o sapão em uma das cenas mais icônicas do filme.

Dito isso, haters, menos. “Ai, a cena da Slave Leia é só pra punheta, não faz sentido e a Disney tá mais que certa, mimimi”. Está certa em mudar sua forma de pensar e tratar seu conteúdo? Sim. O que parecia certa em 1983 não faz mais sentido em 2015, jovem padawan. Mas, nem por isso o contexto criado para a personagem dentro da trama deixa de fazer sentido.

E, querendo ou não, Disney, nós sempre teremos a internet para nos fazer feliz:

Ou o Frank Cho:

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