Senão, pra que fazer uma adaptação de Flashpoint?

Flashpoint, o projeto cinematográfico que adaptará a série Ponto de Ignição, que reiniciou o Universo DC nos quadrinhos – trazendo o horroroso e confuso Novos 52 para o “centro do palco” – aparentemente – porque nunca podemos dar (eita!) certeza neste universo dos filmes de super-herói – vai rolar mesmo! John Francis Daley e Jonathan M. Goldstein – que trabalharam no roteiro de Homem-Aranha – De Volta ao Lar (Spider-Man: Homecoming, 2017) serão os comandantes do projeto. Ezra Miller já está confirmado, assim como Galsuspiro…Gadot, continuando firmes e fortes como o Flash e a Mulher-Maravilha, respectivamente.

Gadeusa e o Miller que não vale.

Para atiçar as coisas, o pai dos Winchester, Jeffrey Dean Morgan, declarou ao Total Film que vestir o uniforme de Batman seria a “experiência de uma vida” e que a versão do personagem apresentada em Ponto de Ignição é a sua preferida, pela origem e os efeitos que a mesma tem sobre a alma do vigilante.

Jeffrey Dean Morgan

Explicando: em Ponto de Ignição, o Flash tenta salvar sua mãe voltando no tempo, mas termina criando uma linha temporal alternativa, onde ele não é um super-herói e o mundo está muito diferente do que deveria ser. Uma dessas mudanças radicais é que o Batman é uma versão talvez ainda mais violenta do apresentado por Frank Miller em O Cavaleiro das Trevas e, por trás da máscara do anti-herói, está Thomas Wayne e não o seu filho, Bruce, que morreu. Como Dean Morgan – que vem trabalhando em The Walking Dead, fazendo o vilão Negan – viveu Thomas em Batman Vs Superman – A Origem da Justiça (Batman V Superman: Dawn of Justice, 2016), não demorou para que os fãs vislumbrassem o ator no papel da versão hardcore do Morcego.

Bom, particularmente acho Ponto de Ignição mais um dos roteiros clichê, previsíveis e meio pretensiosos do Geoff Johns, em que até as reviravoltas da trama são batidas. É engraçado que seu resultado foi trazer para os quadrinhos os Novos 52, que deveriam ser versões mais “cinematográficas” dos icônicos personagens da DC e que hoje se tente usar a história no cinema para fazer com que estes mesmos personagens voltem a se parecer um pouco mais com suas versões clássicas.Além disso, bom lembrar que uma parte do público civil não gosta dos filmes de super-herói da Warner por considerarem que os mesmos são confusos. Imagine então quando forem explicar o conceito de “multiverso” pra elas, em que o personagem é o mesmo, mas não exatamente, pois podem mudar algumas coisinhas entre um filme e outro, como a origem, o uniforme, o alter-ego, a etnia, o sexo, o ator…

Recomendação do Sorg

 

 

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