Ou…”Manooooo, que viagem doida foi essa?!”

Essa é a sensação, logo após ler três edições disso…

Olá, Enxutos! Aqui estou de volta, porque vocês pediram isso. Vocês gostam dessa merda! Mais uma resenha dolorosa de mais uma mega-super-massavéio-saga da DC com o Batman! Dark Nights: Metal #03!

Olhem… vou ser bem sintético… porque essa edição realmente complicou tudo ainda mais no campo da compreensão. Essa saga pode ser tudo, menos linear em sua narrativa.

Recomendação do Sorg

Tudo começa com o Batman, o Superman e suas famílias parecem estar em um momento de relaxamento (uiii)… mas tudo não passava de um sonho, na verdade, um pesadelo criado por Barbatos. Superman desperta desse sonho graças à Mulher-Maravilha e seu laço da verdade. Ele descobre que se passaram sete dias desde que Barbatos entrou no nosso mundo e que muitas cidades da Terra já foram tomadas por seu exército de Batmen do mal manu.

Em Metropólis a maioria dos habitantes foi transformada em versões de Doomsday e, ao saber que Lois também sofreu isso, ele corre para Gotham, para tirar satisfações com o coisa ruim em pessoa. Lógico que dá merda e ele toma um pau do Bat-Apocalipse e do Bat-Coringa… sendo salvo na hora pelo Flash, através de um dos portais do Senhor Destino.

Junto de outros heróis, Superman se reúne no Bar do Esquecimento, junto de seus proprietários, Nightmaster e Bobo (mais personagens obscuros da DC, sendo trazidos à LUÇ). Ele descobre que várias cidades do mundo tombaram, que existem poucas quantidades de Metal Nth na Terra e que elas estão vibrando em determinados pontos do mundo. No meio do debate se devem salvar o Batman ou matá-lo com o pouco Metal Nth que sobrou, Superman se lembra do sonho e de algo que Bruce lhe disse nele. Que era um código que foi criado pela Trindade, para servir como sinal de ajuda, caso um dos três precisasse. Baseado nisso, na suposição de que o Batman está preso no Universo Sombrio, o Super decide ir lá salvar a Morcega…

E era cilada, cilada, cilada! Bruce explica que a mensagem no sonho estava invertido, para alertar a Clark para que não viesse salvá-lo. Agora Barbatos poderia usar as células do corpo do Superman para completar sua “máquina” e poder corromper tudo!

E assim acaba a edição!

Sério. Nem vou dar nota. Tudo nessa saga… é… é Batman! É tudo de ruim no personagem. A alegoria de se usar os pesadelos de Bruce Wayne como monstros e seres que querem destruir o mundo é um reflexo direto do excesso de grandiosidade que recaiu sobre o personagem na minha opinião. Batman é um herói, um homem que perdeu tudo que amava e usou sua dor como energia para ajudar as pessoas. Isso aí não é o Batman para mim. É apenas uma fase, que logo será esquecida… ou lembrada como o grande erro que é.

Se quiserem ler pela curiosidade, vão firme, mas o roteiro de Scott Snyder continua como um grande fio enrolado e a arte de Greg Capullo oscila em muito boa, em algumas páginas, e preguiçosa em quase todas.

Bom, foram avisados e vou ali!

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