Injustice - Year Two (2014-) 004-000

Quer porrada? Vai ter que esperar mais um número.

Chuchus, continuamos com aquela que foi a boa surpresa nos quadrinhos em 2013. A série Injustice, prequel do jogo de luta de mesmo nome onde conhecemos um mundo onde depois de uma série de merdas desencadeadas pela destruição de Metropolis e morte da Lois Lane causadas pelo Coringa, o Superman fica putinho e resolve dominar a porra toda. Quem quiser se situar pode ler a resenha anterior aqui. Agora vamos com Injustice – Year Two #4.

Continuando de onde a edição anterior parou, temos Batman, Alfred, Zatanna e Dr. Destino na Torre do Destino que fica em outra dimensão. Mesmo lá, no entanto, a morcega, ainda se recuperando de ter a coluna quebrada pelo Superman, recebe uma ligação do presidente dos EUA (aparentemente o sinal naquela dimensão é excelente), que é recusada e atendida pela Oráculo. O pobre presidente pede ajuda pois Flash e Hal Jordan tomaram o congresso como refém, como visto na edição anterior, enquanto nos é mostrado que a pílula de superpoderes que o Arqueiro Verde se sacrificou para roubar está sendo analisada nos computadores da personagem que só anda e desanda menos que o professor Xavier. No Congresso, Jordan dá um esporro geral dizendo que os políticos esqueceram a quem servem, blá blá blá, e quando dito que ele não tem direito de fazer aquilo, ele diz que tem sim, como Lanterna Verde daquele setor apontado por uma autoridade muito maior que aquele governo.

Quantas vezes já vimos isso terminando mal? Por que alguém ainda ouve esses caras?
Chupa, congresso, os anõezinhos tem mais moral que vocês!

Segue o baile. Na Torre da Liga, Hipólita vai visitar a filha, ainda desacordada desde o confronto com o Capitão Átomo.  A rainha de Themyscira explica ao Superman que os médicos humanos são ok, mas eles tem deuses a quem recorrer, quando notam a presença de Sinestro. O Superman, que não está mais pra brincadeira há muito tempo, já recebe o vilão na porrada, até que ele consegue falar que não está lá para brigar, e sim para avisar o Super da vinda “deles”, que vão acabar fazendo o caos retornar na Terra.

Superman é mau, pega um, pega geral
Superman é mau, pega um, pega geral
Recomendação do Sorg

De volta a Terra, vemos Flash e Jordan saindo do Congresso e sendo cercados pela polícia e exército. E aí vemos quem são “eles” a quem Sinestro se referia. Junto com as autoridades estão o Lanterna Verde Guy Gardner, que havia sido designado pelos Guardiões a ir até a Terra ver que merda o Superman estava aprontando junto com uma companhia misteriosa que é… PAM PAM PAAAAAM… o Ganthet (que merda! O Mogo teria sido muito mais legal.). O anão azul com nome pede a Jordan que o leve até o Superman, e a edição acaba.

Novamente traço de Bruno Redondo com a arte final de Julien Hugonnard-Bert está muito bom. O traço continua limpo, sem firulas, e elegante, mostrando bem algumas expressões. É interessante como as expressões do Superman agora sempre mostram agressividade, mesmo em momentos mais calmos, como quando ele está conversando com a Hipólita. E o olhar dele para o Sinestro, mais para o fim, te levam a pensar como ele simplesmente não matou o dono do bigodinho mais infame desde o do ron Jeremy. Já a história em si não acrescenta muito. Sabemos que a pílula de poderes está em análise, que a Mulher-Maravilha vai para Themyscira, e vemos o primeiro contato do Sinestro antes de se juntar ao Super. A edição anterior nos preparou para um confronto que não veio, mas está se desenhando um confronto grande envolvendo os Lanternas, onde provavelmente veremos Guy Gardner morrer e Hal Jordan sendo expulso dos Lanternas e se juntando a Tropa Sinestro, condição em que ele aparece no jogo.

Enfim, agora só aguardar a próxima leva de mortes.

Nota 7.0 (de novo)

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