Mad-Max-Fury-Road-lovely-day

Bem enxuto mesmo, só 2 minutos de jogo e 10 minutos de cutscenes, uahahuahuahauhauahahuah

Então, amiguinhos, não sei se vocês estão sabendo mas saiu essa semana um dos jogos mais aguardados de 2015: Mad Max.

Produzido pela Avalanche Studios para Xbox One, PS4 e PC, o jogo segue basicamente o enredo do filme – Fury Road -, com pequenas alterações.

Logo no início do jogo temos uma grande cutscene mostrando como Max perdeu seu carro para Scabrus Scrotus (que nome lindo), a partir daí começa a jogatina, onde se pode perceber que basicamente Max tem que lidar com a escassez de tudo. De água, de comida, de munição, e naquela dinâmica de coleta de recursos pelo – enorme – mapa do jogo e cumprimento das missões, o jogador vai evoluindo personagem e acessórios para sobreviver em um mundo altamente hostil.

Recomendação do Sorg

E pra mostrar aos leitores como é a parada, fiz um pequeno gameplay em que eu gravei o início do jogo, comandos básicos, etc, além de mostrar como ficou o visual dele.

Eu joguei em um PC que não é nenhum monstro gamer, uma máquina que tem 4 anos. Ele tem um core i7 de segunda geração (2600 rodando a 3,4GHz), 8GB de RAM, uma placa Asus P8P67 PRO, jogo instalado em um Barracuda de 1TB, e a placa de video é uma GTX 770 sem overclock. E apesar de ser uma máquina antiga ela simplesmente rodou o jogo a 60FPS em resolução Full HD (1920×1080).

Isso não é pouca coisa, Grand Theft Auto V, por exemplo, não roda a 60 FPS nessa máquina com configurações no High, mas nem a pau (ui!), e os gráficos de Mad Max são ainda melhores do que de GTA V. É impressionante a otimização de código desse jogo, principalmente considerando ser um jogo de mundo aberto. Não sei como está Metal Gear Solid – Phantom Pain nesse quesito (também lançado recentemente) mas acho difícil esse ano algum jogo superar a qualidade e leveza de Mad Max.

Então, sem mais dOlongas, fiquem aí com o pobre porém limpinho gameplay de Mad Max.

 

 

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