“Continuo o post na próxima semana”…isso foi hà uns quatro meses…

Olá enxutos! Quando escrevi a primeira parte desse post, eu prometi que o continuaria na semana seguinte…mas a vida…a vida é uma caixinha de surpresas, e entre uma regra 13 aqui e um trampo ali…só agora deu para voltar ao tema.

Para quem está chegando agora: no início do ano eu fiz um exercício de imaginação (aqui), e recriei o UDC da maneira que achei que “daria certo”. E agora vamos continuar com essa dura (UUIII) tarefa…

Inicialmente, já vou avisando: vai demorar para existir um filme da Liga da Justiça. E a explicação é bem simples: Marvel.

“Sabe o que é isso aqui minha filha? Isso aqui é fillllme para caralho! Uhuuuu”

Como assim a Marvel? Explica essa porra Eunuco!

Recomendação do Sorg

Vamos lá. A Marvel teve tempo e organização para criar seu universo integrado.

Alavancado pelo sucesso de Homem de Ferro, outros heróis vieram em suas próprias películas, sendo assim apresentados  para o público leigo, e também construindo uma estrutura narrativa que justificaria colocar toda essa galera junta em um mesmo filme. A DC tentou fazer isso, mas na “moda à caralho”. Jogou um monte de referencias na cara do público, e isso não só confundiu a maioria dos “civis” (público que não conhece direito os quadrinhos), como também não agradou ao público de fãs nerds/geeks dos personagens.

A melhor maneira de criar esse universo é levando os personagens chave da Liga da Justiça, um a um,  para as telonas, até se criar um arco que possa justificar todos estarem unidos. O que feito no filme da Liga, seria o equivalente a colocar uma melancia em um copo de água. Muita coisa jogada em pouco tempo de tela. Esse é um dos (inúmeros) motivos para o filme ter desagradado.

Por conta dessa lógica, posso dizer que os roteiros que descrevi no post anterior seriam uma “Fase Um”, e a apresentação dos demais personagens seriam a Fase Dois da DC no cinema. E agora vou apresentar os possíveis roteiros desses projetos fictícios.

The Flash

Existe um grande problema em se fazer um filme do Flash. Você primeiro tem que definir qual Flash você usaria. Particularmente falando, eu não gostei do Flash do filme da Liga. Achei que tentaram misturar características do Barry Allen com as de Wally West, e acabaram gerando uma espécie de versão adulta de Bart Allen. Ou seja, ficou uma merda.

Eu usaria Wally, por questões bem simples. O Flash seria o equivalente ao Homem Aranha nesse DCU. Ele teria que ser jovial, engraçado e carismático, para chamar a atenção da molecada para os filmes do personagem. Tudo aquilo que Grant Gustin consegue fazer na série, e que infelizmente Ezra Miller não fez no cinema.

Na boa? Ezra Miller tem mais cara de Mutano dos Novos Titãs do que de Flash!

Acima de tudo, teria que ser um filme agitado e rápido (TIM DUM DISS). Um filme do Flash tem que ser um pipocão de primeira qualidade, com muitos efeitos, vilões coloridos e ação frenética em alta velocidade. Tudo aquilo que a DC tem medo de fazer no cinema.

E com um uniforme digno, por favor!

Como roteiro simples e básico, eu usaria a seguinte premissa: O Flash é o homem mais rápido do mundo, e após o surgimento do Superman, começa a fazer sucesso rapidamente como o guardião de Central City. Sua ascensão rápida e feitos de heroísmo fizeram dele o inimigo número 1 de muitos vilões, que acabam fugindo da cadeia com a ajuda de um malfeitor que se intitula The Thinker (O Pensador). Ele então reúne um grupo de criminosos para deter o Flash de uma vez por todas. Assim surge a galeria de vilões do Flash, todos unidos contra o velocista escarlate.

Durante o filme, o herói tem que vencer o poder desses vilões unidos, enquanto tenta equilibrar todos os problemas da sua vida social, como trabalho, namorada, amigos, etc…

Como disse, seria um filme acelerado. Algo como “um dia na vida do Flash”. Um dia muito ruim…

A galeria seria composta por aqueles que considero os mais “emblemáticos” dos adversários do herói para um filme de apresentação, além é claro dos que renderiam as cenas mais massavéio possíveis: Mirror Master (Mestre dos Espelhos), Glider (Patinadora Dourada), Captain Cold (Capitão Frio), Heat Wave (Onda Térmica), Trickster (Trapaceiro), todos liderados pelo Pensador.

Não vou criar os  detalhes da história, mas só posso adiantar que esse filme teria que ser pensado como um mega blockbuster. Sabe toda a diversão, bobeira e cores que tinham em Thor: Ragnarok, e que todo mundo reclamou? Pois bem, nesse filme, fariam todo o sentido.

Só para constar, teria pelo menos uma cena pós crédito, onde após ser preso, O Pensador sofreriam uma “lavagem cerebral” durante seu interrogatório, onde revelaria que na verdade era apenas um peão do verdadeiro senhor do crime de Central City. E essa “pessoa” seria o Gorila Grood!

The Batman

Felizmente, já tinha um roteiro pronto e publicado sobre esse filme, aqui nesse post (http://bailedosenxutos.com/roteiro-enxuto-the-batman/).

Só faria algumas adaptações, mantendo a mesma trama, e com o mesmo elenco do post.

 

Aquaman: Throne of Atlantis

Sim, eu sei que já tem um filme do Aquaman pronto e embalado, mas minha proposta é totalmente diferente da DC, pelo fato que na minha “terra paralela”, ainda não existe um filme da Liga. Logo vou ter que criar um roteiro para esse filme, o que é bem complicado pelo fato das inúmeras mudanças na  história do personagem. Eu seria básico aqui. Sem inventar, indo diretamente aos materiais de origem,  e misturando com elementos chaves dos inúmeros reboots que ele sofreu.

Nesse caso, Arthur Curry seria o filho de um pesquisador marinho, Tom Curry com Atlanna, uma habitante de Atlantis. Um bastardo que pelas leis do reino submarino, deveria ser executado. Por isso ela o deixou com o pai para ele pudesse ser amado e ter uma vida longa e feliz.

Tom criou seu filho tentando ao máximo esconder sua descendência, mas conforme suas habilidades naturais iam surgindo, foi chegando a hora de lhe revelar os segredos da sua origem. Ele lhe conta que ele é filho da verdadeira rainha de Atlantis, e que eles se conheceram em uma das muitas pesquisas que ele fazia sobre a vida marinha, ferida e quase morta em meio aos escombros do que parecia ser um naufrágio. Ele cuidou da jovem, e conforme ela se recuperava, eles se apaixonaram. Atlanna revelou sua verdadeira natureza, e mostrou os segredos do mundo submarino para Tom, mas um dia repentinamente sumiu.

Meses depois, da mesma forma que sumiu, ela retorna para a vida do cientista com uma criança em seus braços, seu filho. Ela explica que pelas leis de Atlantis, ela cometeu um crime gravíssimo, e que se o bebê não fosse protegido, seria morto pelo seu povo.

Tom acolheu seu filho, e se despediu mais uma vez de seu grande amor, agora com a certeza de que jamais a veria novamente. Com medo de que seu filho também saísse de sua vida, ele escondeu todos os segredos quanto a sua natureza, inclusive um broche, que seria o símbolo da realeza atlante.

Arthur cresceu como um jovem normal, sem desconfiar que sua estranha ligação com o oceano na verdade era algo inerente da sua própria herança natural. Seu pai passou a viver em um farol como pescador, e ele o ajudava com seus afazeres diários, vivendo uma vida simples e tranquila.

Um dia, Arthur viu um grupo de banhistas em perigo e se atirou nas águas para ajuda-los. Para piorar, o grupo estava prestes a sofrer um ataque de tubarões, mas nesse momento algo sobrenatural ocorreu: ele se comunicou pela primeira vez com a vida marinha, e fez os peixes recuarem.

A partir daí, ele passou a ser conhecido como um heróis local, o “Aquaman”, usando suas habilidades para proteger a vida marinha e salvar as pessoas.

Alexander Skarsgård como Aquaman? É para deixar todo mundo molhado no cinema! (tum dum diss!)

O resto da história mostra o que aconteceu em Atlantis. A rainha foi a única sobrevivente, após a morte dos seus pais, durante um acidente em sua fragata real. Foi por conta desse acidente que ela conheceu o pai humano de Arthur. Ela deu a luz ao seu filho primogênito em segredo, e depois o entregou a Tom, retornando definitivamente para Atlantis. Lá,ela foi forçada a assumir um novo compromisso com o chefe da guarda real. Pois o reino precisava de um rei. Juntos eles tiveram um filho, Orn. Anos mais tarde, tanto o rei quanto a rainha morrem em circunstâncias misteriosas, mas antes de falecer, a rainha confessa a seu conselheiro e amigo, Vulko, que tinha outro filho, e que ele era o verdadeiro herdeiro do Trono de Atlantis. Vulko desconfia que a morte de seus soberanos foi arquitetada pelo novo rei, e foge para o mundo seco, em busca do herdeiro legítimo. Ao saber disso, Vulko ordena uma caçada contra o conselheiro, o acusando de ter matado o casal real. Secretamente, o novo rei fez acordos escusos com membros da humanidade, com o intuito de ampliar os limites de Atlantis para além do mar. Ele contata um dos seus aliados, um pirata e mercenário dos mares, um humano que se chama Black Manta. Ele possui um exercito particular de mercenários e quer se tornar o homem mais poderoso sob os sete mares.

Idris Elba como Black Manta? É para deixar todo mundo molhado (tum dum diss) no cinema de novo!

E aí o filme começa, com o Black Manta indo atrás de Vulko, Arthur descobrindo sua origem, que na verdade possui um meio-irmão tirano, que é herdeiro de um reino lendário, e que (é muito “e que”) deve aceitar seu passado e lutar pelo seu futuro. Basicamente um filme de capa e espada, tipo Rei Arthur, mas embaixo d´água.

E por hoje é só! Dessa vez prometo não levar mais de quatro meses para continuar a postagem, e na parte 3 teremos Lanterna Verde, e finalmente O FILME DA LIGA! QUE VALE!

errr….melhor não né…

Erhhhh…melhor não tentar fazer a liga agora. Vamos ver como se sai o roteiro do lanterna, e depois eu vejo para onde essa porra vai! Mas eu…eu vou ali!

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