Jane Foster ainda está tentando entender o seu novo papel como Thor e como Vingadora. Mas com as tensões causadas pelo dom de prever o futuro do Novo Inumano Ulysses, uma Guerra Civil se aproxima. Thor terá que decidir de que lado ficará na batalha vindoura e para ajudar a se decidir, ela vai em busca do conselho do Guardião da Bifrost. E AÍ, Enxutada… vamos conferir a Resenha Enxuta de All-New, All-Different Avengers #15? Não leu a resenha das edições anteriores? Link aqui.

Essa edição começa com a Poderosa Thor solicitando passagem pela Bifrost, a Ponte do Arco-íris. E Heimdall, Guardião da Bifrost que também é o Portal para Asgard, o lar dos Deuses, o concede. Thora não perde tempo e conta a Heimdall que Midgard está em guerra. Ela começa a dizer “Vingador contra Vingador”, mas é interrompida por Heimdall que diz já saber da treta toda e a lembra que os seus sentidos não se limitam apenas ao aqui e agora, mas a todo tempo e espaço. Thora diz que a guerra se trata sobre a seguinte questão: punir ou não punir crimes que ainda serão cometidos e com a perspectiva única do Universo que ele possui, é precisamente por isso que ela busca o seu conselho.

Heimdall diz a ela que aquela não é a primeira vez que um Thor vem até ele com um pedido similar e começa a contar uma história do passado. Nessa história, vemos os Vingadores originais envolvidos em uma treta com Victor Von Doom, aka Doutor Destino. O Homem de Ferro pede uma votação para decidir se eles agir contra Von Dom, pois ele construiu uma bomba para forçar a Rotruvia (País que produz e exporta 94% do Molinito, uma fonte de energia insubstituível) a aceitar ser anexada a Latvéria. Mas como Von Dom é um Líder Soberano, ir até lá e prender o cara pode ser interpretado como um ato de guerra. Eles não chegam a uma decisão por causa das muitas implicações que as ações deles podem acarretar. Nesse momento, Thor se enche, dá uma martelada na mesa e diz que se a escolha mais sábia está sendo buscada, ele conhece alguém que pode ajudar a consegui-la.

E com isso, eles vão até Heimdall, contam a treta e Thor pede que ele olhe para o futuro e ajude a assegurar que a intervenção deles em Rotruvia será bem-sucedida. Apesar de Heimdall explicar a treta que é olhar o futuro e protestar veemente em fazer o que lhe é pedido, ele o faz. Ele diz aos Vingadores que eles podem vencer a batalha que virá, mas que ao vencê-la, terão a sua vitória sobre Von Doom negada. Thor diz que guerreiros combatendo o mal e a opressão e a opressão sempre encontram um meio de derrotar os maus. Heimdall diz “então tá” (não com essas palavras) e os manda para o campo de batalha.

É claro que dá merda, né? Os Vingadores conseguem destruir a tal bomba, mas com isso, acionam um dispositivo de segurança que emana um tipo de radiação química que elimina todo o Molinito do País. Como Molinito é tudo o que os Rotruvianos têm, o plano de Von Doom destruiu toda a economia do País e os Vingadores acabaram ajudando ele a fazer isso. Thor fica boladaço e parte pra cima de Von Doom, mas o safado se teleporta e escapa. Moral da história: Heimdall tinha razão e eles deviam tê-lo escutado. Thora diz que Heimdall é muito melhor em ensinar humildade ao filho do que o próprio Pai. TOOOMAAA, ODIN!!!

Heimdall agradece, diz que raramente tem a oportunidade de rir ali e faz uma oferta à ela: ele diz que a forma mortal dela está sucumbindo ao câncer e se ela quiser, ele pode contar precisamente quanto tempo resta à ela. Ela recusa, pois pelas regras dele, saber o que vai acontecer trava o destino dela e ela precisa acreditar que ainda está um pouco no controle. “Tu me deste muito para considerar sobre os perigos do futuro” – ela diz.  Heimdall diz para ela levar da lição dele o que desejar e que sem olhar o futuro, sabe que ela tem uma grande batalha a frente. Ele abre um portal para a Terra para ela, agradece e dá o seu último concelho: “Não confie em teu poder nos dias adiante… mas em tua consciência. ” E com isso, chegamos ao final dessa edição.

Vámonos as analises: Essa, é uma revista dos Vingadores, mas nessa edição, Mark Waid escreveu uma história só da Thora. Gostei do que li. Waid quando está à vontade e contente com o que faz, manda muito bem (Cof, Cof… Campeões, tô falando de você!!!). Nota 8,0.

Adam Kubert (desenhos) e Paul Mounts (desenhos) continuam mandando muito bem na parte artística. Na parte da arte que mostra o passado, gostei dos desenhos dos Vingadores originais e de como o Thor ficou parecido com o desenhado por Walt Simonson (ao menos, eu achei parecido). Nota 8,0. E uma nota 10 para a capa desenhada por Alex Ross.

Bem Enxutada… taí a resenha de All-New, All-Different Avengers #15. O que acharam dessa edição? MIMIMIzem aê nos comentários.

Estranho que tanto esta edição quanto as duas anteriores são marcadas como sendo tie-ins de Guerra Civil II, mas as histórias têm pouquíssimo envolvimento com a tal saga. Safadeza da Marvel?

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