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Esta não ganhou a enquete da semana, mas como envolve o MAIOR HERÓI da DC pós-reboot (claro que estou escrevendo sobre o Aquaman), clica aê e confira a Resenha Enxuta: Batman and Aquaman #29

Pois bem, caros Enxutos, atendendo a pedidos, pirncipalmente em decorrência deste post sobre os Filhos do Bátemã, vamos ver/ler o que Peter J. Tomasi aprontou desta vez. Importante ressaltar que desde a morte do Damian e o novo plot desta revista, ou seja, Batman sempre tem um parceiro novo a cada edição, deixei de acompanhar a mensal (ainda mais porque não aguentei o argumento de que Bruce ficara fulo da vida com a morte do seu filho e buscava incessantemente uma foram de trazê-lo de volta a vida. Se foi ele quem deixou o garoto ser Robin, porque de tanta revolta pela morte?). Enfim, devaneios a parte, vamos que vamos…

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Aos spoilers, como habitual. A hq se inicia com o Batemã em um submarine seguindo as coordenadas da ilha onde Damian fora treinado pela Liga dos Assassinos. No caminho, sob a água, Bátemã encontra corpos dos antigos professores de Damian, justamente conforme o garoto havia lhe dito no passado. E é lógico que neste momento, acaba encontrando o Aquaman. Perguntas sobre o que cada um fazia naquela localidade e Arthur explica que ouvira gritos de lamento provenientes de baleias naquela região. Bátemã, por sua vez, menciona que Ra’s Al Ghul teria roubado os corpos de Talia e Damian, levando para a bendita ilha. Neste momento, ambos acabam sendo atacados por guardas/mergulhadores de Ra’s…

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Recomendação do Sorg

O pau come solto e os heróis passam sem maiores problemas, chegando finalmente a praia. Novo confronto e mais uma vez, a ‘dupla dinâmica’ passa sem maiores problemas. Neste interim, Al Ghul revela seu plano ‘maligno’ para nós leitores: realmente pretende tentar trazer de volta a vida sua filha e Damian. Como não estavam prontos ainda, decide abandonar a ilha antes que Arthur e Bruce o alcance.

De volta a batalha, os heróis descobrem a origem dos gritos das baleias. Ra’s a estava estirpando, para usar seus úteros para gerar novos super-humanos. É… pois é… daí você, caro leitor, já juntou as pontas soltas e sabe o que está por vir. Diversos clones defeituosos, ‘experimentos mal sucedidos’, são lançados contra o Batman, quando este segue sozinho na sua caçada a Ra’s (Aquaman ficara para trás, segurando uma nova onda de vilões).

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Por fim, Arthur aparece. A luta descambava para o lado dos clones, quando Batman teve um estalo: as criaturas eram híbridos humanos/peixes. Daí, basta Arthur usar seu poder telepático. Com isso, os joga ao mar próximo e, com a ajuda de uma baleia (ela os engole), consegue captura-los e leva-los para Atlântida. Para ‘alegria’ do Batman, sem ferimentos (sério, ele pede ao Aquaman para não ferir os ‘Damians’, pois estes não eram responsáveis por seus atos).

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A hq termina com uma tentativa vã do Batman de impedir a nave com os corpos de sua esposa/peguete (?!) e filho saírem. Fica sobre o ‘capô’ da nave, mas Ra’s consegue fazê-lo cair. Como estava em altura de voo, Batman é salvo por Aquaman. Os dois se despedem, sem não antes jurarem que Ghul irá pagar por seus crimes. A edição fecha com Batman em Londres, pedindo auxílio a Diana, afinal Ra’s está a caminho da Ilha Paraíso…

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Como habitual, comecemos a la Jack, por partes e pelos rabiscos. Patrick Gleason está com o lápis e, sinceramente, não curti. Não há grandes problemas nas proporções ou fluidez de cenas. Há detalhes razoáveis nos cenários, além de uma escolha de cores (John Kalisz) adequada as necessidades. Entretanto, as feições em alguns quadros específicos são muito ruins. Coisa de gosto mesmo…

Já o enredo de Peter J. Tomasi evolui um pouco em relação a busca desenfreada pela ressurreição do filho vs revolta por sua morte. Desta feita, com Ra’s tentando voltar a ter seus entes queridos a vida algo mais factível, dentro da realidade dos quadrinhos e da mitologia do Batman. Por sinal, esta pode ser considerada a revista mais ‘atual’ da linha Batman, dado que o título principal esta envolvido com o Ano Zero (sim, por questões meramente profissionais com o BdE, continuo acompanhando a dupla Snyder e Capullo, afinal vai que ganha uma enquete e é eleita?).

Enfim, um enredo mediano com uma arte fraca. É passável, mesmo considerando o ‘lance’ com o Damian e seus clones. O pior é deixar a porta escancarada para um possível retorno do moleque revoltado…

Nota 6,0 (a arte puxou para baixo. O enredo passa um 7 tranquilo)

E não se esqueçam da enquete da semana:


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