
Fala aê mermão! Como de hábito, alguém tem que fazer o serviço sujo nesta pocilga para o Jóker limpar, portanto confiram o review: BW: Comedian #1. E aí, o dinheiro do Sorg foi bem gasto? Blake matou ou não matou Marilyn Monroe? Muitas perguntas e poucas respostas ocê terá ao CRicar aê…
Entonces, sem muitas delongas, vamonos à sinopse devidamente traduzida naquele pOdrão de cursos de ingReis online:
“Eu sou um cara engraçado…” Eu não, o Comediante. E não é piada, esta é a sinopse da hq.

E eu com isso? Well, apesar desta “sinopse”, vamonos manter a tradição e começar pelas artes. Gostei dos rabiscos. O traço combinado com a arte finalização conseguiu ambientar bem a história, retratando de forma convicente os anos 60 que conhecemos (pela tv e internet, afinal não sou tãão velho assim). Há alguns pequenos problemas com as feições dos personagens em alguns quadros, mas nada que comprometa. É um dos pontos altos desta hq, da mesma forma como havia acontecido com a BW: Silk Spectre #1.
E o enredo? Bom, vou fazer um sinopse, sem muitos spoilers. Acompanhamos Blake nos fatos que ocorreram após o encontro visto no preview que divulgamos anteriormente, seu envolvimento com a família Kennedy, principalmente com o líder do clã, o Presidente João. Há algumas “jogadas” políticas, uma tentativa de “juntar” os heróis da nação (João quem diz isso, ao convidar Blake para um bate-papo), Blake sendo convidado neste interim a participar de uma ação do FBI e acontece o assassinato de Kennedy (ohh, ele morre?).
E aí? Caros, fica difícil julgar esta história sem fazer comparações com a obra original. Fiz um esforço homérico para tentar escrever estas mal traçadas linhas neste sentido, mas não foi possível. As motivações do Blake estão um pouco… diferentes. Até o momento chave da história, apesar de amoral, o cabrón ainda era um cara com um certo respeito aos Kennedy, tinha contatos no alto escalão e … foi quase bom. A morte do Kennedy é que irá moldar o caráter do personagem que conhecemos? Isso o fará mudar tanto a sua postura? A cena final, com o bandido chorando e o Comediante colocando a mão sobre o seu ombro foi, no mínimo, lamentável.
Talvez esteja aqui uma resenha de alguém que não conseguiu separar as coisas, afinal (desculpa aê Dr.) o Comediante é, ao lado do Roxaxá, o meu personagem favorito da série original. É uma hq correta, utiliza muitos clichês dos anos 60, mas peca no principal: a caracterização do seu principal personagem.
Prefiro, desta vez, não emitir uma nota. Farei igual ao Daniel HDR mencionou no último Enxutocast, fingirei que não existiu esta história.
E sim, ele mata a Marilyn Monroe. E não, ele não mata o Kennedy.
King
Rei-Bruxo de Angmar, líder dos Nâzgul e o mais poderoso dos Nove. Bom, isso foi até casar e ter filhos...





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