Capitão é mau, mata um, mata geral?

Salve, salve cambada de Enxutos e Enxutetes que não compreendem como o Caveira consegue falar sem lábios. Mais uma hq eleita em sufrágio universal e novamente ele, o ‘Superior’ do momento, o herói que todos amam odiar na semana: Capeitão Chris Evans! Não sabe do que se trata? Reveja aqui as resenhas anteriores

RCO001_1469619501

Aos spoilers, como habitual. Tudo começa em 1922 com mamis Rogers em um encontro de mulheres da Hydra. Papo sobre caridade aqui e acolá, ao fim da conversa a líder do grupo chama sra. Rogers num canto. Falam brevemente sobre Steve e como havia se adaptado bem ao grupo, mas logo a líder questiona o porquê de mamis Rogers usar um lenço naquele ambiente. Inicialmente a mulher entende mal a pergunta e envergonhada afirma que comprara (pensa que o questionamento seria sobre ‘onde conseguira aquilo’). Então o motivo é revelado: a líder desconfiara que a jovem mamis estaria escondendo algo e, de fato, era. Papis Rogers dera uns catiripapos na mulher…

RCO007_1469619501

Vida que segue e estamos no presente. Evans fala uma frase e entra já tirando a blusa em um compartimento secreto. Desnudo da cintura para cima, pinta no peito o símbolo da Hydra e se ajoelha perante Zod um holograma do Caveira Vermelha. O Agente Smith solicita um relato dos acontecimentos na última missão e somos remetidos aos eventos logo após o fechamento da edição #1. Capeitão Evans, em contato via rádio, sinaliza a Agente Sharon a necessidade de se manter o rádio sem comunicação. Papo vai, papo vem, Nazifogo e Dr. Selvig trocam figurinhas, onde descobrimos que o amigo do Thor apenas desconfiava da traição de Rogers, muito por conta do que o Elrond o havia informado. Com Zemo desacordado, Selvig acredita que Evans o vá libertar em nome da verdadeira Hydra. Entretanto, bem, ….

Recomendação do Sorg

RCO011_1469619501

Voltamos a Priscila e o Evans. O vermelhinho dá os parabéns a Rogers mas este diz que nem tudo são flores, afinal houve ‘complicações’. Jack Bandeira, a princípio, sobrevivera a queda. E aí novamente somos remetidos aos eventos daquele momento. Para resgatar o herói ferido, Carter é obrigada a revelar a aeronave da SHIELD, retirando a camuflagem que a torna invisível. Como a cidade de Bangalia é o que Madripoor foi nos anos 90, mas somente com população de Supervilões, logo a rapaziada da SHIELD é cercada e o clima esquenta quando descobrimos que o Treinador é uma espécie de ‘xerife’ local, aquele que impõe a ‘lei’ aos malfeitores. Quando o vilão fere a mão de Sharon com uma espada, eis que o Capitão Botafoguense salva o dia, evitando que o mascarado mate Sharon, mas… de um jeito bem ‘Superior’ de ser.

RCO019_1469619501

Encerrando. Neste momento, ouve-se uma voz no sistema de autofalantes da cidade e é decreta lei marcial. Todos os vilões são instados a enfrentar os Agentes da SHIT. Quando a situação parece fora do controle, Rick Jones mostra sua utilidade para a história. De posse de um plano mirabolante, algo como ‘vou invadir o sistema dos cassinos locais, onde constam suas contas bancárias e vou zerá-las. Vocês tem 3 minutos para fazer o saque ou nunca mais verão o dinheiro’………………………. é. Çim. Isso. ……………………….. E funciona…. (!!!!!)

RCO021_1469619501

De volta ao presente, Caveira fica fulo da vida. Espinafra Evans, ainda mais quando este argumenta que o Bandeira merecia ter um funeral e, por isso, não poderia mata-lo como fizera com Zemo e Selvig. Elrond conta parte do plano maligno, onde explica rapidamente que o próximo contragolpe da Hydra virá , justo no momento onde a SHIELD se sente mais confiante.

De volta ao passado, um grupo de homens espanca um transeunte. Sob os olhares da líder da Hydra do início da história, papis Rogers é jogado da ponte do Brooklyn…

RCO026_w_1469619501

A hq termina com Chris Evans narrando em off a necessidade de se fazer o que se deve ser feito, considerando tudo o que se sacrificara até então. Uma porta se abre e Steve pergunta a Selvig se ele está pronto para fazer o que é necessário…

RCO027_1469619501

Comecemos falando de Jesus… acho que já gastei meu estoque de piadas sobre fazer milagres com o lápis, andar sobre os rascunhos, transformar papel de pão em arte… brincadeiras a parte Ele e Rachelle Rosenberg (cores) fazem uma ‘dupla de dois’ entrosada com um trabalho bem interessante, em especial o uso das cores para remeter a momentos do tempo, ajudando um bocado o enredo. Para dizer que não há ‘pecado’, algumas expressões estão um pouco abaixo da média, no entanto, no geral, é um trabalho muito bom.

O enredo de Nick Spencer deu uma escorregada na passagem com o Jones e sua solução inacreditável, mesmo dentro do contexto. Fora isso, ‘brinca’ com o leitor com as reviravoltas do enredo, seja pela não morte do Selvig (pondo em dúvida até a morte do Zemo) e do Bandeira, sejE pela atitude mais nobre do Capitão Evans, mesmo com sua memória alterada para acreditar ser um representante da Hydra. Pelo desenrolar, parece que a história irá trilhar um caminho no mínimo curioso com o Capitão assumindo uma guerra pela liderança da Hydra e tendo alguns ‘q’s’ de sua personalidade heroica.

Óia, não é um espetáculo, mas acaba surpreendendo positivamente. Óbvio que muitos irão criticar novamente termos um herói vilão, o clichê mais clichê da atualidade, entretanto vem com um desenvolvimento relativamente coerente e com execução razoável. Com mente aberta, é possível curtir. Só estas soluções ‘fáceis’ é que matam qualquer história….

Nota 6,5 de 10

E a enquete da semana!!!!!

Comentários Facebook (O DISQUS ESTÁ ATR... LOGO ABAIXO)

Comentários Disqus

BDE1