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O prequel para o início do suposto fim do universo Ultimate. Tudo o que você queria saber não vai encontrar ao clicar aê e ver a Resenha Enxuta: Hunger #1-4 & Cataclysm #0.1

Pois bem, caros Enxutos, mais uma hq eleita e um prequel para o evento do ano para o Universo Ultimate. Entretanto, seria estranho escrever sobre a bendita Cataclysm #0.1 sem antes mencionar o que veio antes do prequel (!), a minissérie Hunger #1-4, cujas resenhas das duas primeiras edições o UOL fez questão de guardar em uma região obscura, úmida e quente de sua anatomia… Então, vamonos aos melhores momentos dessa bagunça toda, em uma Resenha Enxuta realmente enxuta.

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Sem mais delongas, aos spoilers. A mini Hunger #1-4 tem como missão nos apresentar a principal consequência da saga Age of Ultron para a Marvel neste ano de 2013. Basicamente, devido a inúmeras viagens temporais ao mesmo momento no espaço-tempo, o ‘tecido temporal’ foi rompido, permitindo algumas anomalias acontecerem. As duas principais: a chegada da Ângela à mensal dos Guardiões da Galáxia Guaxinim e Seus Amiches e o ‘nosso’ Galactus transpassar a barreira que separa o Universo 616 do Ultimate. E pior: ao chegar aquela realidade, o cabeça de balde se fundiu ao Gah Lak Tus, tornando-se uma criatura muito mais poderosa e… faminta.

Recomendação do Sorg

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As duas primeiras edições serviram para nos posicionar, apresentado o Rick Jones com sendo o escolhido do Vigia Ultimate para ser o salvador do universo. Rick, um juvenil típico, mais preocupado com as pequenas coisas do dia a dia que deixara para trás. O fato é que quando Galactus surge, tanto o Surfista quanto Rick são levados a confrontá-lo nos confins do espaço. Neste interim, os Kree entram em combate com a criatura e, em uma tentativa desesperada de impedir sua progressão, detonam uma supernova matando bilhões em um sistema habitado. O problema é que isso só deixou Galactus mais forte e faminto. Para fugir da explosão, Rick se transporta e o Surfista para a Terra, trazendo uma das criaturas de Gah Lak Tus junto.

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Entretanto, Capitão Mahr-Vell (pelo relato, ficara radicado na Terra após a invasão Kree) consegue deter a ‘infecção’ da criatura, destruindo-a. Rick percebe a oportunidade e deixa a dupla, pois sempre teve dúvidas sobre sua real capacidade de lidar com seus poderes. Mahr-Vell e Surfista seguem rumo ao espaço para tentar destruir Galactus, encontrando-o invadindo o país natal do Capitão. Os Kree tem um plano emergencial para a situação, mas não eram capazes de prever o nova forma e poder que a criatura agora possui. Na Terra, Rick Jones descobre que Peter Parker está morto e era o Aranha. Após uma conversa com a Mary Jane em frente a casa do saudoso herói (#aposentadanslott, ok sei que não é o 616, mas…), enche-se de brios pela inspiração de bravura que o colega deixara para a humanidade e vai ao encontro de Mahr-Vell e o Surfista. Chega no momento certo para auxiliá-los, mas no meio da batalha, quando estava prestes a ser consumido pelas ‘abelhas’, Mahr-Vell se interpõe, salvando Rick e morrendo no processo. Jones os transporta para Hala (planeta dos Kree que está sendo invadido) e, pouco antes de morrer, o Capitão afirma que sua armadura possui uma espécie de bomba nuclear capaz de deter o Gah Lak Tus. Mahr-Vell morre. Jones assume a responsabilidade, toma a armadura e se autoproclama Capitão Marvel.

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Hunger termina com a batalha final entre Galactus, Surfista e o Capitão Marvel. Jones fica reticente em usar a bendita bomba e matar todos os Kree em fuga, totalizando cerca de 32 milhões. Consegue salvar uma das naves-arcas que transportavam a família de Ronan, líder dos Kree, transportando-a para um lugar inderteminado. Por fim, decide se sacrificar, afim de que as ‘abelhas’ o consumam, deixando-a as arcas Kree escaparem. No entanto, o Vigia aparece e lhe mostra outra possibilidade. Mesmo correndo risco de morrer no processo, Capitão Marvel transporta Galactus para lugar ermo e vazio do espaço e detona a bomba. De volta a Hala, o Surfista afirma para Ronan que não consegue mais detectar Gah Lak Tus nem tão pouco o Rick. A hq termina com o Capitão Marvel acordando em um planeta vermelho. O Vigia o alerta de que abrira um buraco entre as dimensões e que conseguira ganhar tempo para aquela dimensão. Não matara o Galactus, apenas o deixara muito ferido e este encaminhara para a Terra. Mas isto não é mais problema do Capitão Marvel, afinal ele terá outros a enfrentar, terminando assim a edição #4…

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Cataclysm #0.1. Vou tentar ser mais Enxuto possível e logo saberão os motivos. A história é centrada nA Visão e seu relacionamento com Sam Wilson, aka Falcão. Pelo que vemos, Visão é programada para ter sentimentos humanos, desde amor até sonhos, mas a robô não consegue entender como ‘funcionam’ estes ‘mecanismos’ humanos. Detalhes sórdidos de que Wilson dorme com a robô, tudo se inicia quando são convocados para investigar os restos da ‘abelha’ destruída pelo Capitão Mahr-Vell na edição Hunger. No lugar estão Tony ‘ressuscito meRmo’ Cachaça e Sue Storm, analisando e estudando os acontecimentos. Piadinhas cachaceiras de lado, Visão é dita como uma robô criada para destruir Gah Lak Tus e consegue analisar os restos da bendita abelha, depreendendo sua fusão com o ‘nosso’ Galactus e compreendendo parte da realidade do Universo 616 no processo…

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A robô deixa seu ‘amado’ Sam para trás e segue sua programação para destruir o Gah Lak Tus. Na viagem ao encontro do Cabeça de Balde, a robô reflete sobre as diferenças entre o ‘nosso’ e o universo Ultimate, pontuando as questões mais importantes. Os Vingadores serem guerreiros em conflito e não os mais bravos dos heróis; os mutunas lutaram e foram traídos inúmeras vezes, estando quase a beira da extinção; e no Universo 616 há um símbolo de esperança vivo (#pombasdanslott), enquanto no Ultimate há apenas um memorial de bravura…

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Fechando a resenha. Visão finalmente encontra Galactus e inicialmente tenta conversar com ele para evitar um confronto direto. Claro que o Roxão a ignora e a Visão detona uma bomba de matéria negra. Por breves instantes, parece que funcionou… só que não. Galactus fica ainda mais forte destrói a Visão, seguindo seu caminho. Antes de terminar o que resta de energia, manda uma mensagem para a Terra declarando pedindo desculpas para Sam Wilson e declarando seu amor ao herói. Suas últimas palavras são que as esperanças residem em Reed Richards…

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Comecemos as análises, como habitual, pelos rabiscos. Leonard Kirk, responsável pela Hunger e algumas poucas páginas da Cataclysm realmente faz um bom trabalho, com boa escolha de cores e desenhos em ambientes espaciais muito bons. Salta aos olhos a diferença de seu traço quando Mico Suayan assume o lápis nas 11 primeiras páginas do prequel 0.1, sendo este muito fraco. Mirco Pierferidici não se destaca, nem para o bem, nem para o mal.

O enredo de Fialkov foi razoável em Hunger e muito fraco em Cataclysm. Na mini, valeu por posicionar alguns fatos cósmicos do Universo Ultimate aos quais não tinha o menor conhecimento. Sem ser tatibitate, conseguiu passar o recado, deixando informações necessárias, sem sobrecarregar o enredo. Apesar de Rick Jones ser um personagem fraco, gostei da forma em que usou a mitologia do Aranha para inspirá-lo e tornando-o o Capitão Marvel do Universo Ultimate… ou do nosso, afinal, aparentemente, tanto ele quanto Gah Lak Tus estão ‘conosco’. Mas posso estar enganado.

Já Cataclysm é totalmente dispensável. Pouco acrescenta, salvo a morte da Visão. Mesmo a importância de Reed já havia sido cantada pelo Surfista na Hunger. Passe longe, basta a resenha aqui mostrada e pronto.

Enfim, que venha o suposto ‘fim’.

Notas:

Hunger 7,5

Cataclysm 4,0

E a enquete da semana, non se esqueçam…

 

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