Flash, Batman, o Button e muito mais!!!

Essa edição começa no telhado de uma casa de repouso para idosos, onde dois funcionários tentam fazer com que um dos pacientes retorne para dentro. O paciente em questão é Johnny Thunder (Johnny Trovoada no Brasil). Ele tenta resistir, dizendo que eles não podem mantê-lo preso, pois o “Raio” disse que ele precisa achar os amigos dele. Enquanto é levado pelos funcionários, ele diz: “Nós perdemos a Sociedade Da Justiça! É tudo culpa minha!”. Corta pra Batcaverna: O Flash está analisando a cena de crime (que aconteceu em Batman #21) e mimizando mentalmente sobre como a luta se passou e como terminou: com a morte de Eobard Thawne, o cientista do futuro obcecado pelo Flash que se intitulava de “Flash Reverso” que para fuder a vida de Barry, viajou para o passado e matou a mãe dele.

As habilidades do Flash vêm da Força da Aceleração, mas Thawne era um velocista que que ganhou suas habilidades através de uma criação sua: a Força da Aceleração Reversa. Cada uma deixa o seu próprio rastro, mas ao analisar as energias residuais no que sobrou do Flash Reverso, ele descobre que o cara está coberto com a sua energia. Isso leva Barry a se perguntar se em algum momento do futuro, ele teria matado Thawne. Flash vai até Alfred e pergunta se ele encontrou alguma coisa. Alfred responde que todos os equipamentos de segurança da Batcaverna foram danificados. Flash conclui que os raios de Thawne devem ter fritado tudo e isso os deixa com apenas uma testemunha: Bruce Wayne, o Batman.

Recomendação do Sorg

Falando na Morcega, ela tá toda estropiada. Flash pergunta se Thawne falou mesmo que viu Deus. Bruce confirma. Eles mimimizam se durante o breve período em que desapareceu, Thawne possa ter passado dias viajando no tempo ou pelo universo antes de ser assassinado. Flash mimimiza como ele voltou para a caverna e diz ter detectado algo de errado com os padrões de vibração do falecido. Bruce questiona se Barry fez mesmo todos os testes possíveis. “Bruce, por favor né…” – responde Barry. Bruce se desculpa e revela estar assim por que eles investigaram aquele Botton por meses sem achar nada. Barry diz que quando Bruce ligou para ele dizendo que o Botton reagiu com a Máscara Medusa do Pirata Psíquico, ele afirmou ter visto algo. Bruce diz que viu o seu pai e que ele tinha um capuz e traje similar ao dele. Barry diz que isso se parece com o Batman do Flashpoint e que então, a culpa é dele.

Bruce diz que não é culpa dele e seja lá o que mexeu com o tempo, estava fazendo isso muito antes do Flashpoint e que deve haver algo que não estão vendo. Barry diz que tem algo que ele não achou no corpo do Thawne: o Botton. Barry diz que desde a volta de Wally, tem tido algumas visões: uma foi com o Thawne e a outra com o Capacete de Mercúrio e que quando o viu, sentiu uma onda de calma e esperança. Bruce diz que sente que ele não está contando tudo, mas Barry nega e mete o pé, dizendo que vai atualizá-lo se achar qualquer coisa. Corta pra Torre de Vigilância da Liga da Justiça: Flash mimimiza mentalmente que além de não contar pro Batman que encontrou traços da Força da aceleração dele no corpo do Flash Reverso, ele não contou também que havia quantias imensas da mesma energia que eles acharam no Botton. Flash se lembra de que quando Wally retornou, disse que uma força mais poderosa do que Darkseid estava vigiando eles. O plano do Flash é: usar a Esteira Cósmica pra seguir a radiação do Botton.

Ele mimimiza mentalmente que da última vez que usou a esteira, foi pra voltar no tempo pra impedir que Thawne de matar a sua mãe e que com isso, acabou criando o Flashpoint, mas que apesar dos riscos, ele tem que tentar. Derepentemente, Batman chega dizendo que não vai deixar ele ir sozinho e que o caso é dele também. Barry diz que ele não está em condições de ir e o alerta do perigo de viajar no tempo. Batman diz que está ciente dos perigos e que já viajou no tempo antes. Por fim o Flash desiste e os dois vão pra Esteira Cósmica. Batman se prende à esteira com um cabo e Barry começa a correr. Enquanto avançam, eles veem a formação da Liga da Justiça, mas não como eles se lembram. Eles continuam avançando vislumbram cenas de um passado que eles não conseguem lembrar. Batman pergunta se aquilo são realidades alternativas. Flash se lembra de que Wally disse que anos foram tomados deles e diz que acha que aquilo não são realidades alternativas, mas sim acontecimentos do universo deles. Entonces, eles veem a fatídica cena da morte do Flash em Crise Nas Infinitas Terras. Uma tempestade temporal tenta atrair os dois para ela. Flash diz que precisa correr mais rápido.

A Esteira é atingida por algum tipo de energia. Batman e Flash quase são derrubados, mas conseguem se segurar. A Esteira está quase sendo alcançada por uma energia branca e quando essa energia finalmente os alcança, eles são levados para outro lugar. Enquanto ambos se recompõem, Batman diz que sabe onde estão. Ele diz que reconheceria o lugar de qualquer jeito, pois o conhece desde que caiu ali quando era criança e o seu pai o achou. Flash percebe que algo está errado. Batman pergunta se eles voltaram no tempo, pois a caverna parece ser do período em que ele estava começando a patrulhar Gotham antes de usar o capuz.  Só que aí, ele vê um retrato da sua família e perto dele, uma redoma que contém uma arma que ele conhece muito bem. “Eu nunca achei ela. Como ela está aqui? Barry… onde diabos estamos?” – pergunta Batman confuso. “Eu fiz tudo isto por você… meu filho.” – diz Thomas Wayne, o Batman do Flashpoint. Fim dessa edição. Vámonos as análises?

O argumento ficou a cargo de Joshua Williamson e ele faz um bom trabalho ao continuar a trama iniciada em Batman #21. Mais uma vez, revisitamos várias épocas e cronologias diferentes do universo DC e o escritor fez bem o dever de casa. Gostei da história. Manteve o ritmo da primeira parte (apesar de tê-la achado melhor escrita) e me manteve interessado em ler a próxima parte. Nota 8,0.

A arte ficou a cargo de Howard Porter e sinceramente, não me agradou muito. E se formos comparar com o trabalho de Jason Fabok em Batman #21, é aí que a coisa fica mais feia ainda. Fato curioso, é que achei a arte de Porter ruim durante a história toda, mas achei legal na página em que ele desenha as origens da Liga e a icônica cena da morte do Flash em Crise Nas Infinitas Terras. Nota 5,0.

Bem, Enxutada… taí a Resenha Enxuta de Flash #21. O que acharam dessa bagaça? MIMIMIzem aê nos comentários. Olha… eu achei a história boa, mas poderia estar sendo desenhada por um artista melhor. Agora, vendo o que está acontecendo nas duas histórias até então e lendo sobre isso em alguns sites gringos, parece que vale tudo e tudo vale na nova cronologia que a DC está construindo. Ela parece estar caminhando para uma amálgama de todos os acontecimentos desde antes da Crise até os dias atuais. E falando de Crise Nas Infinitas Terras… será que esses são os prenúncios de uma nova Crise? Os elementos estão todos presentes pra quem se lembra da Crise que vale: Batman, Flash, mortes, Pirata Psíquico, Esteira Cósmica, viagens temporais. Será que DC conseguirá alinhar todas as suas linhas temporais e cronologias de maneira coesa? Quem viver, lerá! Até a resenha de Batman #22!!!

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