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E o Forévis continua firme e forte. Clica aê e confira mais um capítulo da saga….

Salve, salve, caros Enxutos! Mais uma hq eleita para sofrer sua resenha, por sinal a grande campeã da semana: a Resenha Enxuta: Forever Evil #3. Como o UOL enfiou todo nosso conteúdo naquele lugar quente e úmido, vejam as poucas edições anteriores aqui, onde explico um pouco melhor o que está rolando.

capa

Sem mais churumelas, aos spoilers. A história começa com uma breve retrospectiva narrada por Batman e Mulher-Gato, contando os últimos momentos da Liga da Justiça. Há o relato da separação do Grid, uma espécie de vírus metálico, de sua contraparte humana Victor/Cyborgue e como as Ligas em briga não perceberam o plano armado há muito tempo para trazer o Sindicato do Crime oriundo da Terra 3. A novidade que é apresentada em imagens ilustrativas da narração de Bruce: Deathstorm conseguiu expor a ‘matrix’ que une as duas pessoas do Nuclear e, assim, todos foram arrastados para lá e se foram. Bátemã e Mulher-Gato, pouco antes, conseguiram arrastar os restos de Victor e se esconder da batalha…

1

De volta ao Laboratório Vermelho, Dr. Stone (pai do Ciborgue) e seu colega a tudo ouvem e questionam se sabem o que aconteceu com os demais heróis que ficaram jogados para a bendita matrix. Mas tanto Bruce quanto Selina nada sabem a partir de então. O fato é que conseguiram escapar e mantiveram Victor vivo tempo o suficiente para trazê-lo ao Stone, único que pode salvá-lo. Apesar da desconfiança do colega, Stone permite inclusive que a Mulher Gato os acompanhe dentro da Sala Vermelha, onde usarão a tecnologia lá disponível para tentar reverter o quadro crítico em que se encontra o Cyborg (ou Ciborgue… tanto faz). Neste interim, Bátemã finalmente vê que o Sindicato não só capturou o Asa Noturna, como revelaram sua identidade ao público. Bruce decide, então, deixa-los para salvar o Dick, aquele viadinho…

Recomendação do Sorg

2

Segue o Baile e estamos em Metropolis. Lex Luthor pretende usar um de seus satélites escondidos na órbita de Júpiter (longe de bisbilhoteiros, inclusive o Grid), para poder conseguir localizar o bendito Sindicato do Crime e poder agir. Encontra algumas dificuldades em se comunicar com o Bizarro, pois este quer lhe entregar uma flor enquanto o careca ordena para que pegue uma antena específica. Ao receber a bendita flor e satisfazer a vontade da criatura, Bizarro faz o que Luthor manda e o careca descobre a localização do Ultraman…

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… e este está em um quebra-pau com o Adão Negro. Aparentemente há um equilíbrio, até que Adão fala a sua palavra mágica e um relâmpago atinge Kal-Il. …

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…mas nada acontece. Pelo contrário, Ultraman tira uma onda, esmaga o maxilar do Adão para que este não fale mais nada e o arremessa no oceano abaixo. Ao final da batalha, sangue corre do nariz de Ultraman e este ordena ao Grid para dizer a localização do Metallo. Localização dada, Ultraman parte em seu encalço. Luthor, que a tudo observava, fica curioso em perceber que Ultraman viaja sempre na penumbra da lua e se questiona o porque disto.

Agora em Central City. Há um estresse entre os Rogues e a dupla Power Ring / Deathstorm. Os liderados pelo Capitão Frio se recusam a destruir a cidade, alegando que há escolas, hospitais e crianças, sendo isto desnecessário. De repente, Power Ring se sente ameaçado pelos olhares do grupo e decide atacar preventivamente. Capitão consegue congelar a mão com o anel, ganhando alguns instantes para tentar um plano de ataque, ordenando ao Mago do Tempo que crie uma névoa para encobrir suas localizações. O plano, no entanto, falha. Deathstorm muda a névoa para hidrogênio, impedindo a rapaziada de usar algum truque pirotécnico. E vai além: usando seus poderes, percebe que o Capitão Frio é o único cujo DNA ficou ligado a uma arma (quem lê a mensal do Flash sabe do que se trata), mas que fará uma experiência, separando-o dela e limpando seu DNA. Assim o Capitão Frio fica sem poderes. Mestre dos Espelhos consegue agrupá-los para uma fuga desesperada, mas Deathstorm e Power Ring os atacam…

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Fechando a Resenha. Capitão Frio acaba sendo arremessado para fora de um espelho, separado dos demais colegas. Na prática, inicialmente não sabe onde está, nem tão pouco o Mestre dos Espelhos consegue abrir mais portais, pois há algo de errado com os poderes. Entretanto, o Mestre consegue ver alguém parecido com o Superman e indica a localização para o Frio. Enquanto isso, Luthor ainda em dificuldades para fazer Bizarro entende-lo, acaba sendo surpreendido quando o Arraia Negra emerge das águas em sua frente, trazendo o Adão Negro que fora deixado para morrer pelo Ultraman. O das águas diz que o Sindicato tomara a única coisa que o motivava na vida, ou seja, matar o Aquaman e isso o fará se vingar. Neste momento, Frio se junta ao grupo. E logo, no meio do papo sobre o que o Ultraman fizera ao Adão, Luthor sugere que juntos eles podem salvar o mundo, terminando assim a edição…

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Como habitual, comecemos a la Jack, por partes. Os rabiscos de David Finch estão realmente abaixo da média. A cara do Ultraman após o relâmpago e as diversas ‘mudanças de uniforme’ do Bizarro ao longo da história (ora mangas longas, ora mangas curtas. Ora parece o uniforme do Superman, em outros momentos parece uma blusa com o símbolo costurado), mostram ou que o artista está premido de tempo ou que realmente há um desleixo. Acredito na boa fé e acredito que o tempo está escasso. Independente disso, o trabalho tem poucos pontos positivos e os problemas são muitos, atrapalhando o andamento da história, chamando a atenção negativamente.

O enredo de Geoff Johns segue um ritmo razoável, meio que nos posicionando e ganhando mais ‘sustança’ para os desdobramentos vindouros. Apesar do quebra-pau, aqui realmente foi uma edição mais para arredondar a história, fechar algumas lacunas e preparar o terreno para a chegada da Liga da Injustiça. Com uma execução técnica razoável, ficou focada nos vilões ‘tradicionais’, deixando um pouco de lado a história do Sindicato que vinha sendo o ponto alto da saga.

Enfim, claramente uma edição de transição, sem um massaveísmo exagerado e com uma arte ruim. História razoável. Merecia um rabisco melhor, mas para uma megassaga não chega a ser um lixo de hq.

Nota 5,5 (se não fosse pela arte, uns 7,0-7,5)
E a enquete da semana, non se esqueçam:

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