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Mais uma hq eleita pelos Enxutos (por sinal, a mais votada) ‘sofre’ a sua resenha. Clica aê e confira a Resenha Enxuta – Forever Evil: Arkham War #1

Pois bem, caros Enxutos, para quem não sabe, ou não se importa, o atual momento da DC nos ‘presenteia’ com os vilões dominando geral. Tudo em consequência da chegada do Sindicato do Crime oriundo da Terra 3 e a suposta morte dos membros da Liga da Justiça (exceção feita ao Bátemã que já apareceu na última Forever Evil #2). Assim, chegamos a atual edição com Gotham entregue a sua própria sorte…

Sem mais delongas, aos spoilers. A história começa com uma narração em off relatando o que seria fatos passados recentes para o Comissário Gordon. Posiciona os leitores que não sabem o que está rolando, mencionando o ‘lance’ de a Lua ter sido movida para manter a Terra em escuridão.  O fato é que Bane chegara na surdina em Gotham, invadira a Blackgate pelos esgotos e libertara todos os vilões que lá estavam…

Recomendação do Sorg

Descobrimos que a voz é da Detetive Pierce. A mulher segue a conversa com um desolado Gordon, com ambos ‘nos’ posicionando sobre o que está acontecendo. Por fim, o Comissário atesta que não sabe o porque Bane saiu de Santa Prisca para  Gotham e que também está chocado com tudo o que vem acontecendo.

Segue o Baile e estamos no Hospital de Gotham, onde Pyg persegue um de seus ‘pacientes’. O hospital está devastado, sangue por todos os lados e o próprio vilão tem seu avental ensanguentado. Quando finalmente captura o infeliz, a situação é esclarecida: o cidadão é um violonista e tece uma das mãos substituídas por um pé pelo Pyg.

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Feito o momento impressionista, surge o Espantalho para explanar a chegada de Bane e a necessidade de se unirem contra o ‘drogadão’. Inicialmente, Pyg fica relutante e desconfiado dos planos, mas como o Espantalho afirma que com uma guerra o ‘doutor’ teria uma quantidade interessante de novos pacientes em diversas situações, o Porco aceita a aliança…

De volta a Blackgate, Bane dá um pau em alguns meliantes que contestam a sua liderança. Ao cabo de ‘ensinar’ aos demais com quem estão lidando, Bane consegue obter informações  dos últimos guardas restantes sobre uma ‘arma’ que a Sociedade de Vilões o havia informado que estaria naquele lugar. De tão secreto, os guardas não sabiam o que era, apenas sua localização. Quando finalmente consegue arrombar a porta de segurança, são diversos corpos dos Garras. O vilão pretende juntá-los a sua tropa e tomar a cidade dos vilões que a dominaram.

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Fechando a resenha. Em outro lugar, Pinguim e Espantalho trocam umas ideais sobre o que fazer agora. O baixinho, agora auto intitulado prefeito de Gotham, alega que a Sociedade permitira dividir a cidade e cada um ter o seu quinhão. Cabe ao Espantalho agora fazer o seu serviço e impedir Bane de controlar a tudo. No entanto, Pinguim tem um plano. Sobre uma miniatura da cidade, narrando que aprendera com fatos históricos e fazendo uma alusão de que a cidade é uma criança a ser educada, destrói as minipontes de acesso a ilha…

Por fim, de volta ao hospital, Pyg recebe a ‘visita’ de Bane. O grandão afirma saber sobre o acordo entre ele e o Espantalho e que Pyg irá ajuda-lo a espalhar a notícia de que a cidade agora lhe pertence. Corta a cena e mostra as tropas de Bane atacando as diversas regiões comandadas por alguns vilões, terminando assim a edição…

fim

Comecemos as análises pelos rabiscos de Scot Eaton. Sabe aquele filme que assiste no piloto automático e pouca coisa lhe chama a atenção, seja positiva ou negativamente? Então, foi o que senti ao ver a arte da hq. Não é ruim, mas não tem nada demais. Feijão com arroz seguindo a receita ao pé da letra, sem ousar um pouco no tempero. Justo e correto, nada mais.

E lá vamos nós de novo com o Peter Tomasi e sua tentativa hercúlea de trazer ‘humanização’ a histórias difíceis. Neste caso específico, a hq consegue atender o principal objetivo: apresentar a situação para quem não está por dentro dos atuais acontecimentos sem ser tatibitate para quem está acompanhando. Faz o dever de casa apresentando os fatos dentro do contexto da história. E o faz de forma competente.

No entanto, mais uma vez vemos Gotham tomada por vilões, cada um tomando conta de uma região, há um ‘quarteirão’ dos policiais… já vi este filme antes, tanto em quadrinhos como recentemente nos cinemas. A história é batida, apesar das nuances. As motivações ainda carecem ser melhor esclarecidas, mas ficou uma sensação de que falta um sentido maior para tudo o que está acontecendo. Ok, o Sindicato permitiu ficarem, cada um com seu pedaço… mas e daí? É só isso mesmo? Vão dominar e se contentar em matar a todos que ali ficarem?

Ok, estou sendo exigente demais. Enfim, uma hq com execução razoável, mas dispensável.

Nota 6,0

Pessoal, voltaremos as enquetes a partir de amanhã (16/10), ok? Mas fiquem tranquilos, o Superior está garantido… pois é.

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