Guerra Civil

A Guerra Civil II eclode e com isso, os heróis precisam escolher os seus lados da batalha.

Os heróis da Terra impediram um evento cataclísmico graças a um Novo Inumano chamado Ulysses que parece ser capaz de predizer o futuro. Mas o Homem de Ferro advertiu contra os poderes dele, acreditando que o futuro precisa seguir seu curso. A Capitã Marvel discorda, argumentando que as vidas salvas valem o risco. As tensões aumentam e cada herói terá que fazer uma escolha: Proteger o futuro ou mudar o futuro?

Guerra Civil II – Escolhendo Lados #1 possui três histórias. Vamos a elas?

Nick Fury: Pós-Prólogo Parte 1: A Diretora Maria Hill incube Nick Fury de verificar as informações recebidas por ela de que uma célula da Hidra está se passando por agentes da S.H.I.E.LD. para atacar a agência se aproveitando da treta entre os heróis. O Novo Inumano Ulysses avisou que se o ataque deles desse certo, eles estavam acabados. Hill diz que eles estão vulneráveis e que a ordem para matar havia sido autorizada. Fury fica bolado, pois a equipe que lhe ofereceram é composta pela “creche da S.H.I.E.L.D.” e Hill avisa que “é o que temos pra hoje”. Logo após decolarem, os agentes aos gritos de “S.H.I.E.L.D. deve viver” e “Fury deve morrer” atacam Fury e se revelam ser agentes duplos.

Recomendação do Sorg

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Os caras tentam matar o Fury, mas se fodem bonito graças aos novos truques da sua armadura de combate. Ele interroga um dos agentes traíras e descobre que eles seguem a “verdadeira S.H.I.E.L.D.” e que enquanto o líder deles que tudo vê e tudo escuta viver, eles vão prevalecer. A nave bate numa montanha e todos morrem, mas Fury consegue escapar. Ele mimimiza sobre a sua missão estar comprometida desde o início e que os caras que o querem morto não são a Hidra. Pelo protocolo, Fury deveria mandar um relatório para a S.H.I.E.L.D. relatando o ocorrido, mas como a parada toda está babada, ele decide ficar na dele. Ele será dado como Desaparecido Em Combate e isso lhe dará liberdade para agir e descobrir quem é o tal líder que quer ele morto. Portanto, para todos os efeitos, Nick Fury está morto. Fim dessa história.

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Radical: Dwayne Taylor é o Radical. Ele está em Time Square pois segundo ele, o seu colega Marvel Azul o chamou para a ação dizendo que os heróis da Terra precisavam de cada pessoa capaz para repelir uma nova ameaça. Em meio ao combate, ele encontra o Homem de Ferro e mimimiza sobre as suas trajetórias serem um pouco parecidas, mas que ele falhou e que de algum jeito, Stark está mantendo a fachada de estabilidade. Radical localiza alguém nos escombros e efetua o salvamento graças a algumas modificações que fez no seu skate. Ele ajuda o Homem de Ferro e a Capitã Marvel a derrotar alguns inimigos. Depois, a pedido da Capitã ele vai verificar a menina que salvou e chega no momento em que os médicos tentam usar o desfibrilador e o mesmo está sem energia. Radical modifica alguns circuitos da sua armadura e fornece energia para ativar o desfibrilador e salvar a menina.

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Ao fazer isso, ele avalia suas motivações anteriores e encontra novas: garantir que as pessoas tenham segundas chances e escolher o lado certo da Justiça. Conversando com a menina, ele descobre que ela estava indo encontrar a família dela em Nova York, pois as coisas estavam ruins em Baltimore e ela estava indo tentar um recomeço. Radical pergunta o que ela vai fazer agora, já que aquele lugar estava uma bagunça. “Baltimore também” – ela diz e com isso, chegamos ao fim dessa história.

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Controle de Danos: Esta é uma história de como uma empresa chamada Controle de Danos à beira da falência, encontra em meio à crise que assola Manhattam (por conta da batalha dos heróis contra o Destruidor Celestial) uma oportunidade para se reerguer. Sem dinheiro para investir em marketing ou equipamentos, eles dão a “sorte” de encontrar em meio aos escombros uma criatura furiosa chamada “Trull, o não humano” que diz ser um conquistador de Delta Centauro e que sempre que tenta conquistar o mundo, algo o impede (tipo o Motoqueiro Fantasma, Elefantes e ruas pavimentadas). O “vilão” tem o poder de animar outras máquinas e os diretores da empresa conseguem convencê-lo a trabalhar com eles eliminando os custos de contratação de operadores de máquinas e conseguindo um marketing de sucesso para a firma. Fim dessa história e dessa edição de Guerra Civil II – Escolhendo Lados #1.

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Vámonos rapidamente às analises: a primeira história é a do Nick Fury, que é escrita por Declan Shavey e desenhada por Jordie Bellaire e é infinitamente a melhor das três histórias. Bom argumento, bons desenhos, uma trama de intriga e espionagem bacana e que se liga realmente aos eventos da Guerra Civil e devem acrescentar à trama. Nota 7.5.

A segunda história é a do Radical. Ela foi escrita por Brandon Easton, desenhada por Paul Davidson e colorida por Andrew Crossley. Na minha opinião, é a mais nhé das três histórias. Parece que ela foi criada para conferir uma nova motivação e reestabelecer o Radical no Universo Marvel. Será que isso levará à uma reformulação dos Novos Guerreiros (que dizem que terão uma série animada)? Só o tempo dirá. Nota 4.0.

A terceira história é a da empresa chamada Controle de Danos (nunca ouvi falar). Ela foi escrita por Chad Bowers e Chris Sims, desenhada por Leonardo Romeiro e colorida por Miroslav Mrva. Essa é uma história com a proposta de ser engraçada e consegue isso em alguns momentos. Gostei. Nota 6.0.

Bem, Enxutada… taí a resenha de Guerra Civil II – Escolhendo Lados #1. O que acharam dessa bagaça? MIMIMIzem aê nos comentários. Tem alguma resenha ou material que gostaria de publicar aqui no Baile dos Enxutos? Mande para o e-mail obailedosenxutos.com que um dia, a gente posta. Inté a próxima resenha.

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