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Mais uma hq eleita pelos Enxutos para ‘sofrer’ sua resenha. Clica aê e confira a Resenha Enxuta: Infinity #5…

Salve, salve cambada de Enxutos! Chegamos a 12 de 16 edições (contando os tie-ins principais em Avengers e New Avengers) da megassaga que promete revolucionar e mudar tudo de novo novamente na Marvel, até a próxima megassaga. Para poupá-los de repetições de detalhes, reveja aqui a resenha da edição anterior, onde há um resumo dos fatos que aconteceram até então…

capa

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Recomendação do Sorg

Sem mais delongas, aos spoilers. A história se inicia mostrando as consequências da vitória que Thor conseguira em frente de milhões de espectadores. Os povos de diversos mundos ganham motivação e esperança parasse revoltar contra os Construtores. Planeta por planeta os povos vão se rebelando e com a ajuda dos Vingadores, vitórias acontecem aos borbotões. E um fato relevante acontece. Quando o Capitão Evans conversa com Oracle, após mais um planeta retomado, a ‘mulher’ afirma que os povos não lutam mais pelo Conselho Galáctico que se desfez ou por impérios pomposos. Todos lutam sob a inspiração dos Vingadores e usam o seu símbolo como bandeiras. Todos agora são Planetas de Vingadores. Entretanto, ao término da última batalha e a guerra finalizada, quando Thor e Capitas bebiam uma cerveja exótica e extremamente forte, Gladiador vem com notícias não tão boas… a Terra fora dominada.

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De volta a Terra, Thane, filho de Thanos, se recupera de sua ‘inumanização’ e tenta entender o porquê de ter matado todos ao redor involuntariamente. Aproveitando o momento de hesitação, Ebony Maw se aproxima e relembra Thane que o ‘mito’ sobre o Terrigênese entre os Inumanos é que este revela seu verdadeiro ‘eu’ interior. Thanos Jr. não acredita no que ouve, afinal viveu sua vida como um curandeiro, preocupado em preservar a vida e renegar sua ascendência. Com o Thane abalado, Maw lhe oferece uma espécie de vestimenta/armadura que controlará seus poderes, evitando assim que mate aqueles que estão a sua volta (Maw está com um escudo especial em volta do corpo). Assim que veste a armadura e agradece Maw pelo ‘presente’, o vilão afirma que é cedo para agradecimentos e desce um escudo de energia aprisiona Thane. Maw irá leva-lo para seu pai.

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Necropolis, Wakanda. Thanos himself está na cidade e ordena aos lacaios que consigam tirar as travas de segurança das bombas anti-matéria criadas pelos Illuminatti. O processo demora mais do que o planejado e Thanos ordena que a Supergiant use seus dons telepáticos para obter informações do Raio Negro, evitando mata-lo, pois ele poderá ser útil no futuro. A Gigante consegue seu intento e descobre o segredo para liberar o dispositivo. Justo neste momento, Ebony Maw envia um comunicado ao seu amo, mencionando o ‘prêmio’ que conseguira capturar. Thanos deixa o recinto e ordena para que a Supergiant arme sua bomba, pois quando terminar de matar seu próprio filho, irão detonar o nosso bendito planeta.

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Segue o Baile e estamos com os Illuminati logo após a detonação da outra Terra que estava prestes a colidir com a ‘nossa’. Eis que ‘Mad’ Max, irmão de Raio Negro, os procura, indicando que Thanos invadira Wakanda. Transportados pelo Lockjaw, os grupo atesta que a cidade está sob forte ataque, mas logo descobrem que Thanos localizara os armamentos em Necropolis. Mesmo vendo sua cidade ser destruída, Pantera Negra é o primeiro a dizer sobre a necessidade de impedir Thanos de capturar as bombas anti-matéria. Os Illuminati vão para a cidade dos mortos e caem de pau com as forças do vilão por lá deixadas.

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Fechando a Resenha. Finalmente Thanos se encontra com seu filho na cidade oculta dos Inumanos, Orollan. O vilão afirma que Ebony Maw ter métodos estranhos, mas é muito eficiente e entrega o que promete. Frente a frente com o filho, quando questionado do porque de quere mata-lo, Thanos apenas diz que ficara acordado as noites somente por saber de sua existência. Quando Ebony iria lhe explicar do porque Thane estar em uma célula de contenção, Corvus recebe uma mensagem entrecortada e interrompe a conversa. Algo aconteceu em Titan…

Corta a cena e estamos no espaço, próximo a Júpiter, escondidos pelo planeta gasoso, Ronan, Gladiador e o líder do exército Skrull põe suas armadas a disposição por uma última vez para o Capitão América. E o bom Capitão aceita, afinal há ainda um último planeta ser libertado, terminando assim a edição.

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Comecemos pela arte de Jerome Opeña e Dustin Weaver. Como habitual, muito bom, principalmente nas cenas abertas e em batalhas espaciais. A esta altura do campeonato, mesmo sendo uma corrida de tiro curto, os artistas vem conseguindo manter um padrão interessante, sem deixar cair a qualidade. Implico um pouco com as expressões ‘duras’, mas fora este detalhe de velho rancoroso, passa no teste sem grandes problemas.

E o enredo do Justin Hickman realmente vem me surpreendendo. Pode se até mesmo não gostar da história em si, mas a coisa é bem amarrada e vem ganhando um tom mais intimista, deixando a grandiosidade e eloquência um pouco de lado.

Achei, no entanto, que a vitória contra os Construtores um pouco fácil. Explico: eram forças irresistíveis e impiedosas, sem sofrer derrotas em nenhuma batalha. Bastou um ataque importante bem sucedido, destruindo algumas das armas e a motivação realizada pela vitória do Thor e a maré virou completamente. Pelo que se pintava antes, as batalhas seriam mais duras e a vitória viria algo a mais, afinal a derrota era iminente.

Enfim, isso ao final, não chega a atrapalhar o todo. Bem executado e com cenas massavéio, para uma megassaga, está valendo.

Nota 7,5

E a enquete da semana, non se esqueçam…

 


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