Resenha Enxuta – Rogue One: Uma História Star Wars

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Que a força esteja com vocês. E vão ver logo esse filme! (COM SPOILERS)

Olá, enxutos! Assim como o camarada Luc Luc, eu, o Eunuco, fui a uma cabine de imprensa para ver antes da estréia, Rogue One, o mais novo capitulo da saga de Star Wars, que fez George Lucas ficar ryycccaaaa, e que agora está fazendo o mesmo com o Mickey e a dona Disney!

Mas um aviso aos navegantes: Esse post tem spoilers, por isso, vou começar com minha crítica e considerações.

Rogue One conseguiu dar um novo ar ao universo de Star Wars, mais até que o Despertar da Força. Não me levem a mal, Despertar foi lindo, de fazer rir e vibrar, mas Rogue One: Uma História Star Wars tem um tom de épico de guerra, que faz pela primeira vez o “Wars” no título fazer sentido. Imaginem um filme da Segunda Guerra, cheio de espionagem, com personagens carismáticos, e multi facetados, não já batido “herói X vilão”. Isso é Rogue One: Uma História Star Wars. A história é algo que sempre nos foi familiar, pois em A Nova Esperança, somos brevemente apresentados a esses heróis, como os bravos que se sacrificaram para a Aliança possuir os planos da Estrela da Morte. E como diria o narrador de Valiant Hearts, “Essas são suas histórias”…

Eu dou nota 8,5 de 10.

Claro que existem defeitos, que são muito mais da franquia do que do filme, mas Rogue One: Uma História Star Wars tem tudo que se precisa para uma boa aventura de guerra: tensão, heroísmo, ação, cenas de tirar o fôlego e uma história simples, linear e direta. Não é a trama que ganharia o Oscar, mas não ofende suas inteligência. E tem o melhor Darth Vader de todas as mídias em que esse personagem já apareceu.

Caso você não ligue para spoilers, continue daqui. Senão, vá direto para o cinema!

Então vamos ao filme. Não vou narrar a história passo a passo, porque vocês já podem muito bem encontrar isso tudo pronto na Wikipedia. O filme começa com a introdução da personagem de Felicity JonesJyn Erso, mostrando que ela é a filha de um cientista bélico do Império,  Galen Erso, papel de Mads Mikkelsem. Erso desistiu de trabalhar para o Imperador, mas por sua valiosidade, foi “recrutado” a força por seu antigo colaborador, Orson Krennic. No processo, a esposa de Erso morre, e sua filha se esconde, até ser resgatada por Saw Gerrera (Forest Whitaker), um membro da Aliança, que tinha métodos muito radicais, até para os rebeldes. Corta para o presente onde os personagens nos são apresentados, como Cassian Andor (Gabriel Luna) e seu  androide K-2SO ( que para mim roubou a cena, com a voz de Alan Tudyk). A história segue com a narrativa de que Galen é o engenheiro chefe por trás da criação da Estrela da Morte, e que ele enviou um holograma para Guerrera, através de um piloto desertor, Bodhi Rook, contando que ele havia deixado uma falha estrutural na super arma. A Aliança precisaria recolher as plantas da estação na base de Scarif, e assim tentar deter o avanço do Império com essa nova arma.

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Essa é a história principal. É uma narrativa bem simples, direta. Evidente que existem defeitos, como por exemplo os vários cortes em cenas e mudanças contantes de cenários, a atuação “mais ou menos” de alguns atores, mas isso existe desde 1977, e é uma marca da série. O cast principal faz com eficiência seu papel, mas confesso que não gostei muito a interpretação de Felicity Jones. Nota para o Capitão Cassian de Gabriel Luna, que é realmente um personagem atormentado, um solado embrutecido pelos tempos de guerra, e faz o papel de “Han Solo” do filme. K-2 é um dos melhores personagens da franquia até agora, páreo com seus sucessores, R2D2, C3PO e BB8. Outro personagem muito interessante é o Chirrut Iwe (Donnie Yen), que para jogadores do RPG Star Wars D20, vão reconhecer e ver o que um Force Adept pode fazer.

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Outros pontos e curiosidades sobre o filme:

# Ele já ganha pontos por se manter sem Jedis e Sabres de Luz. EM uma franquia de Star Wars, isso é fantástico.

# Existem muitas referências. Dezenas. Exemplo: Os bandidos com quem Jyn e Cassian esbarram em Jedha, são os mesmos do bar de Mos Alley, no inicio de Uma Nova Esperança.

# A presença do Senador Organa, e a menção direta a Obi Wan, como  “seu amigo Jedi”.

# O melhor Darth Vader que já vi! Cruel é incansável, na cena final, ele mostra o que um Lorde Sith pode fazer!

# A Estrela da Morte entra em dobra! Porra! Não basta ser do tamanho de uma lua, a merda ainda se movem em dobra?

# R2 e 3PO aparecem brevemente!

# A redenção de Galen Erso resolve um dos maiores problemas e dúvidas de Star Wars: como diabos alguém deixa um buraco naquele monstro para ser destruído tão facilmente?

Grand Moff Tarkin, e Leia novinha! Essa CG foi tão perfeita, que muita gente na sala não sabia a atriz já está velha, e  o outro ator ( Salve Peter Crushing) morreu há tempos!

# Como já era esperado, o filme acaba 5 minutos antes de Uma Nova Esperança começar. Recomendo que ao sair do cinema, veja o episódio IV para perceberem a sintonia.

# Spoiler máximo: TODO MUNDO MORRE!

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Bom é isso pessoal! Esse filme mostrou que Star Wars pode ser explorada de formas muito variadas além do básico Jedi X Sith, e que a série realmente ganhou novo fôlego ao sair das mãos do George Lucas!

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Vou ali e que a Força esteja com vocês!

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