Mais uma edição, mais uma enrolação!

Capa

A história começa com o tal profeta (citado na edição 6), falando sobre o falso Deus Destino, chamando seus seguidores a enfrentá-lo. O profeta tira seu capacete e se identifica: É Maximus (o meio irmão do Raio Negro). Inicia-se a luta contra a turma os monstros da Baronesa, com Sr. Sinistro e da Capitã Marvel olhando.

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Dentro do castelo do Deus Destino, Cisne Negra conversa com Deus Destino, Susan e Vitória, falando que, que Deus quiser, ela irá para fora lutar. Destino diz que não é necessário isso, que eles irão assistir a luta de dentro do Castelo. Susan se opõe dizendo que Destino deveria intervir no combate, falando que isso irá terminar como das outras vezes, mas Valéria rebate dizendo que agora é muito diferente de antes. Destino então pede para convocar os Thors.

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Recomendação do Sorg

Maximus luta (lê-se: leva uma sova) contra o grupo da Baronesa. Sr. Sinistro conversa com capitão Marvel e os dois começam a atacar os monstros, traindo a Baronesa no processo. Sr. Sinistro bate na Baronesa (Maria da Penha nele), quando acontece uma enorme explosão e Sr. Sinistro perde a cabeça (definitivamente perde a cabeça.)

3

Barão Apocalipse aparece e diz que no campo de guerra os mais fracos sucumbem e que Sinistro perdeu novamente a cabeça. Sinistro diz que Apocalipse está atraso, mas não é o único atrasado…. Doomgard, um castelo cheio de Thors, chega para a batalha.

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Porem dentro do castelo há uma batalha de Thors, pois o Thor Ultimate conseguiu fazer a cabeça de alguns, alegando que Deus Destino não era um Deus de verdade, dividindo-os…. e, liderados pela Thora, alguns Thors partem para a batalha CONTRA Deus Destino.

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Destino percebe que foi traído (novamente) por alguém, pois os Thors começam a batalhar contra Apocalipse e os demais aliados do Destino. Com a porrada comendo solta, Maestro chega (em uma nave da Shield) e libera (ui) seus “quebradores de mundos”, um monte de Hulk, pra cima dos Thors.

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Enquanto isso, Ultimate Richards e Reed Richards conversam entre si (ou conversam com eles mesmos… sei lá) sobre como o plano deu (opa) resultado, fazendo com que os aliados de Destino batalhassem um contra outro, enquanto um time menor (eles) fizessem o necessário para salvar o multiverso. Starlord (Star quem?) vai pilotar uma nave, que não vai ser detectada por outros. Reed conversa com o Pantera negra sobre outra fase do plano.

7

Namor e Pantera Negra estão perto da muralha, que separa o mundo do Destino e o battleworld e do mundo dos mortos. A idéia e recrutar os mortos para eles participarem da batalha, liderados pelo Pantera Negra (que é o “rei dos mortos”… mas não dos zumbis).

8

Pantera discursa como os mortos podem ser melhores do que são, e, passando pelo portal, eles podem ter gloria e honra. Os mortos não dão muito ouvido para ele, mas Namor , com um jeitinho “tirano”, consegue fazer a cabeça (para quem tem cabeça) dos mortos, encerrando assim a edição:

9

Analise rápida: Jonathan Hickman desempenha um ótimo enredo com a saga Secret Wars, porém, a meu ver, se você, leitor, não ficar ligado nas tie ins, você acha o enredo estranho e desconexo. Há nas tie ins uma explicação para tal façanha dos vilões e o porquê deles estarem lutando fora do palácio do Destino. Com relação à história, o ponto alto e fantástico fica por conta do trabalho conjunto do Pantera e Namor e dos Richards. Os desenhos do Esab Ribic são bons, tirando as feições.

Secret Wars, na minha visão, caiu para mediano. Enrolado e desconexo. Espero que no final a história possa surpreender, mas tenho muitas duvidas que essa surpresa será positiva…

Nota: 6

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