Resenha Enxuta: Superfilhos #01

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Damian vai à casa de Jon para “convidá-lo” a investigar roubos na Lexcorp.

Jon Kent (Superboy) é o filho do Super-Homem original com Lois Lane e foi criado como um menino comum do interior. Damian Wayne (Robin) é o filho do Batman com Tália al Ghul e foi criado para ser um assassino. Juntos, os dois formam a Melhor Dupla do Mundo! Eles são os Superfilhos!

A história começa com um prólogo: vemos uma família que faz todas as vontades de um pirralho chamado Reggie. Na verdade, o local onde eles estão parece um tipo de estúdio. Corta pra… agora: Robin e Superboy estão numa floresta sendo perseguidos. Entre uma implicância e outra, eles decidem parar e enfrentar os seus perseguidores que se revelam ser algum tipo de duplicatas androides ou robôs dos dois.

Corta pra dois dias atrás no Condado de Hamilton, à 483 quilômetros de Metrópolis: Jon entra no ônibus da escola, nota que o motorista não é o mesmo de sempre e pergunta por ele. O motorista explica que o cara está doente e ele é o substituto. Já dentro do ônibus, Jon conversa com uma amiche enquanto dois encrenqueiros implicam com outro coleguinha. Jon vai lá pedir pros idiotinhas deixarem o amiche em paz e é atingido por uma chuva de bolinhas de papel.

Vida que segue e mais tarde, os dois encrenqueirinhos acompanhados de mais alguns pentelhos e Jon com seus amiches se envolvem numa guerra de bolas de neve. No meio do embate, os dois pestinhas resolvem colocar pedras nas bolas de neve e acabam acertando a testa do mesmo garoto com o qual implicaram antes. Jon tira os óculos e seus olhos ficam vermelhos, mas desiste de usar o seu poder. Quando os petralhinhas se aproximam para mandar mais uma saraivada de bolas de neve “batizadas”, são atingidos por uma enorme bola de neve vinda do alto.

Jon olha para cima e vê alguém. Ele manda os amiches irem pro ônibus, manda o coleguinha machucado ir pra enfermaria e depois, vai ao encontro do seu benfeitor que na verdade, é o Damian, que estava disfarçado de motorista do ônibus escolar. Jon pergunta o que ele está fazendo na escola dele e Damian responde que esteva entediado e foi ver como a outra metade vive. Jon descobre que Damian também fingiu ser o professor substituto de Geociência e mimimiza que ele inventou o disfarce e fingiu saber Geociência pra ensinar uma classe inteira. Damian diz que não inventou nada e que se quisesse, poderia ter um doutorado aos sete anos. Jon pergunta por que não teve e Damian responde: “Porque minha mãe matou meu professor e o atirou no oceano”. Depois de mais algumas provocações entre os dois, Jon entra no ônibus e volta pra casa.

Corta pra Gotham City, na Mansão Wayne: Bruce está se preparando pra sair em patrulha. Todo serelepe, Damian vai se arrumar pra ir com o papai e toma uma não por conta dos seus deveres de casa atrasados. Corta pra um momento família na casa dos Kent: enquanto jogam cartas, Jon conta ao pais o que aconteceu na escola (mas omite a presença de Damian) e ouve dos pais que ele agiu da maneira que eles esperavam. Lois diz que o ato dele inspirará os outros a defender pessoas no futuro e Clark diz que ele não precisa usar um “S” ou um morcego no peito para ser um herói e pede para o filho apenas ser um quando for preciso. Clark recebe um chamado e isso é um trabalho para o Super-Homen. Lois bota o pimpolho pra dormir.

Jon se deita, mas logo descobre que o mala do Damian está no seu quarto. Ele pergunta se ele era doido, pois podia ter disparado nele e Damian diz que teria desviado do disparo e… ah, os dois ficam nessa disputinha até que mamãe Lois ouve o mimimi e vai ver qualé da parada. Jon diz à mãe que esqueceu de baixar o volume do laptop e Lois cai nessa. Depois que ela vai embora, Damian diz que ocorreram arrombamentos e tentativas de roubos na Lexcorp. Jon reluta em ir, mas cai na provocação de Damian e acaba indo. Já em Metrópolis, eles começam a escalar o prédio, mas são surpreendidos pelo Super-Lex. Fim da história e vámonos às analises:

O roteiro de Peter J. Tomasi é redondinho e legal de ler. Ele conhece bem os personagens e trabalha bem as birrinhas e disputinhas dos dois Superfilhos. Gostei do que li. Nota 8,0.

Os desenhos de Jorge Jimenez são muito bons e se encaixam bem com a história. Seu traço é limpo e agradável de ver. As cores de Alejandro Sanchez estão muito boas! Nota 8,0.

Bem Enxutada… taí a Resenha Enxuta de Superfilhos #01. O que acharam dessa bagaça? MIMIMIzem aê nos comentários.

Conversando com os amiches no Zap-Zap do BdE, disse que alguns leitores estavam pedindo nos comentários resenhas de algo da DC e que eu queria fazer algo, mas não achava um título que me interessasse. Foi então que o Ckreed me sugeriu “Superfilhos” e eu resolvi conferir a revista. Isso tudo aconteceu ontem e hoje, resolvi ler e partir para a resenha e devo dizer que gostei muito da HQ. Valeu pela dica, Ckreed!!! E você, caro leitor… gosta de ler e resenhar? Envie para obailedosenxutos@gmail.com que um dia a gente posta!!!

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