#ChupaZackSnyder #ChupaSupermanN52!

Salve, salve cambada de Enxutos e Enxutetes que sentem saudade de usar cuecas (ou calcinhas) por sobre a calça. Eis que, para minha agradável surpresa, os letrados (ahueahu) leitores do BdE optaram por saber como foi o segundo capítulo da hq sobre o MAIOR HERÓI DOS QUADRINHOS (#chorabátemã). Relembre aqui a primeira edição

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Up, up and away! A hq começa com Super Pai e Super Filho singrando o ar por sobre uma região gelada, onde Kal El esclarece a dúvida que pairava em todos os leitores da primeira edição: quando Jon o questiona se estava bravo com ele ou se o entregaria para a Liga da Justiça, eis que o Super que vale menciona ser nada disso. De fato e de direito, estava levando o moleque para aprender algumas coisas com ele e que, na prática, a Liga esteve na fazenda para ‘vigiar’ o próprio Superman. Com o recebimento de um sinal de socorro vindo daquela região, Super fala para o resto da tríade que poderia lidar com a situação sozinho, mas na verdade queria ter aquela oportunidade para estar sozinho com seu filho em uma missão.

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O Super que vale então faz seu show, deixando Jon a observar. O casco do submarino estava avariado e Kent o conserta usando a visão de calor. Em breve bate-papo com o capitão, descobrimos que o submarino era nuclear e tal fato foi ainda mais motivador para a ajuda do herói, justamente para não permitir que o urânio usado como combustível pudesse ser usado por outrem. Enfim, mas estava muito fácil… um barulho é ouvido e uma criatura surge das profundezas.

Recomendação do Sorg

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O pau come solto, Super age para salvar a tripulação e proteger seu rebento. Algo dá errado e a criatura começa a por em risco o moleque. Entretanto, Kent percebe que algo controla o monstro, uma espécie de ‘lente de contato’ robótica. Super, então pede ao filho para usar sua visão de calor para atingir a tal lente, enquanto segura a criatura. O moleque, relutante pelo ocorrido na última edição, atende as ordens do pai e ‘atira’. O problema é que Super papis está na frente e acaba sendo atingido pelo disparo.

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Jon fraqueja. Kal El, então, menciona que não há nada de errado e que não fora ferido pela rajada. Pede ao jovem novo disparo e diz confiar nele. Jon novamente então usa sua visão de calor com mais intensidade, atingindo em cheio Superman. No entanto, um breve faixo de luz ‘quente’ atinge o alvo, libertando a criatura do controle de quem quer que seja. Claro que, antes de disparar, Jon mostra possuir um uniforme ‘inspirado’ no pai. E, logo após o confronto, descobrimos que o moleque comprara em uma loja só para se sentir mais Super, igual ao pai. (#CHUPABÁTEMÃ)

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Bom, o papo a seguir, ainda no meio do gelo, é com Jon e Kal conversando sobre o que ocorrera antes. Papis mostra confiança no filho e faz aquela lição sobre nada ser sobre ter poderes e que tais, na verdade é sobre usá-los quando for necessário e sempre em um bem maior, por mais assustado que o jovem esteja. O moleque pergunta se a mãe iria perdoá-lo por ter usado a visão de calor e papis, claro, responde que ela ficará orgulhosa.

Vamos encerrar que a prosa está longa. Na ‘gelidão’, após a saída dos Supers, algo reconhece o sangue caído de Jon como sendo de um terráqueo e de um kriptoniano. O sangue toma forma do ‘S’ e parte para um destino desconhecido.

Duas ações, então correm em paralelo. Por um lado, descobrimos que Kent realmente se machucou na luta, mas afirma para a Lois ‘Smith’ que fora necessário para ajudar Jon com suas dúvidas e dar-lhe confiança. Em outro lugar, Jon conversa com a guria da primeira edição. O papo segue na linha do porquê ela não ter contado nada a mais ninguém e, quando a jovem menciona respeitar o segredo e coloca a mão sobre a de Jon, o garoto perde o controle e esmaga com as mãos o galho onde ambos estavam sentados, caindo ao chão de uma altura razoável.

Neste mesmo momento, Lois ‘Smith’ recebe uma encomenda da Lois Lane de Metropolis. Então, o vizinho avô da jovem loura leva Jon desacordado no colo até os ‘Smiths’. Superman é um pouco rude com o coroa, mas quando interpelado por Lois do porquê agir daquele jeito, menciona que só há um lugar onde eles podem levar o garoto para saber o que houve. Neste meio tempo, algo chega na Fortaleza da Solidão. O sangue ‘S’ chega aos sistemas e se materializa em alguém, terminando assim a edição…

fim

Comecemos as análises pelo lápis de Mick Gray e cores de John Kalisz. Conforme dito na primeira edição, as feições não são o ponto forte do artista, carregando um pouco demais nas sombras e ora exagerando no tamanho dos olhos. Quando vemos um grande quadro ou na visão mais ampla de uma cena, o artista possui um traço bem interessante e rico em detalhes. O uso das cores ajuda a contrabalancear as sombras, com um contraste interessante, chegando quase a um estilo cartunesco. Saindo uma primeira impressão nem tanto favorável, você se acostuma ao estilo e começa a apreciar. Enfim, está ok e convence.

O enredo de Peter Tomasi e Patrick Gleason vai ao cerne da questão e faz exatamente o que uma boa parte da crítica descia a lenha no Superman N52 por ele ser do jeito que era: o herói é HERÓI. Simples assim. E ainda usa bem a relação pai e filho, fazendo os velhacos como eu se identificarem ainda mais com a história. Os autores também souberam dosar o emocional com a ação, deixando ganchos para prender sua atenção aos próximos números.

Enfim, pode até ser que desande daqui por diante. Mas vale, e como vale, poder ler o herói que vale de volta. #CHUPAZACKSNYDER. APRENDE COMO SE FAZ SUA MULA!

Nota 8,0 de 10

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