Superman Queixudo segue para o Alto e Avante…

Salve, salve, cambada de Enxutos e Enxutetes moderninhos que agora usam a cuequinha vermelha por dentro das calças. Vamos a mais uma análise do episódio da semana de Superman & Lois? A resenha anterior está aqui.

Sigam-me os bons. Resumindo, sem grandes spoilers (e olha que o final do episódio coça na ponta dos dedos para digitar): após os eventos do capítulo anterior, Kent Family agora vive em “Pequenópolis” (como soa estranho a mim este nome). Queixada lida com os poderes de seu pimpolho, inicialmente não o deixando ir para a escola para melhor entender seus poderes, com direito a viagem à Fortaleza da Solidão. O brother descolado, descobre que não é tão dexxcolado assim ao chegar em nova escola, deixando tudo para trás de Metrópolis e tendo que recomeçar do zero suas tentativas de virar o novo Tom Brady. Para piorar, parte do time está bolada com ele. Lois segue seu faro jornalístico e busca entender os motivos por trás do milionário dono do Planeta Diário estar ‘investindo’ em Smallville. Tudo isso em meio ao misterioso Capitão Luthor e sua busca desenfreada por kriptonita ao redor do mundo.

A la Jack, ao enredo. Creio que, além da produção em si, também é uma grata surpresa. Ainda está muito no começo, mas ao menos, até agora, não seguiu aquela fórmula padrão do monstro da semana. Chegará o momento da ‘barriga’ para fechar as lacunas de quantidade de episódios? Pode ser, mas…. Por falar nesta história ‘principal’, notem que os autores Greg Berlanti e Todd Helbing realmente estão buscando a faceta (eu escrevi FAceta) mais humana do herói, lidando com o aspecto de sua família e como isso reverbera na atuação como Superman. Obviamente, sem deixar de lado a visão tradicional de Kal El, não a dadárqui atualmente cantada em prosa e verso em diversas mídias. E aí vem talvez a grande sacada do momento final do episódio que pode abrir espaço e explorar um certo universo Injusto, com um plot twist inesperado e interessante sobre Luthor (spoiler: ele é de outra realidade ou tempo, onde o Superman vira aquele do Injustice, matando geral inclusive o General Lane)… Independente disso, a liberdade da série em saber que é uma adaptação de uma história clássica, com mudanças sutis e outras relevantes, mas que mantenha a essência do protagonista, permanece cativando este vosso velho escriba.

Em relação as atuações, na mesma toada da análise anterior. Esperemos um pouco mais para avaliar o Capitão Luthor (Wolé Parks) e se teremos alguma alteração relevante da turma. Até o presente momento, estamos bem, obrigado. A produção e efeitos, para uma série de tv, segue a mesma toada de surpreender positivamente. Por sinal, melhor que a Crise nas Infinitas FRechaverses.

Enfim, aos ‘carentes’ de WandaVision e de um Superman raiz, de várzea, é um prato cheio até as bordas, com um bom filé, arroz, feijão temperado e fritas.

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p style=”text-align: justify;”>Nota 9 de 10.