Resenha Enxuta: The Green Lantern #1-3

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Atendendo a `milhares` de pedidos…

Salve, salve, cambada de Enxutos e Enxutetes Dcnautas enrustidos. Após um período longevo sem trazer minhas impressões sobre HQs, eis que fui instado pelos nossos leitores (sim, eczistem) a brindá-los com uma análise isenta, imparcial e tendenciosa sobre o novo trabalho de Grant Morrison: The Green Lantern.

Antes, um pouco do contexto da história. Para começo de conversa, não leio nada do Lanterna desde a saída do Johns há alguns anos, portanto posso perder algumas referências recentes e, antecipadamente, peço desculpas ao ilustre leitor. Em resumo: a trama principal apresenta um grupo de alienígenas que buscam coletar alguns artefatos no universo, sem um propósito ainda divulgado. Para juntar estas ´peças`, fazem acordos com as mais diversas criaturas, inclusive aquelas du mau, manu. Neste interim, descubro que Raul Jordão está na Terra e, apesar de possuir o anel, sua Lanterna fora confiscada pela rapaziada de Nova OA (com a desculpa de recarregar e aperfeiçoar).

Tudo muito bom, tudo muito bem, mas acontece o de praxe. Um grupo de Lanternas capturara uma das equipes daquele grupo mencionado antes, entretanto, quando estão sob custódia, acabam fugindo e caindo na Terra. Jordan ganha uma `carga` de uma das Lanternas e volta à ativa. Prisioneiros recapturados, é chamado a AO pelos Guardiões e mais um pouco da trama é aberta: o livro, algo como a Bíblia dos Lanternas, parece estar corrompida e os azuis informam que um `dos nossos Lanternas` é um traidor da causa.

Por fim e não menos interessante, o tal grupo du mau manu faz um acordo com uma raça de escravocratas. Em troca de segurança (sem entrar em detalhes, montam uma guarda de elite com um armamento que rivaliza com os anéis) os escravocratas cedem informações e sentem-se seguros para atacar a Terra. Minituarizam-na. Vendem-na em um leilão, onde um certo `alguém` compra-a para mantê-la a salvo…

Comecemos pelos rabiscos. Liam Sharp está com o lápis na mão e…. não é algo que me chame a atenção. O artista se sai melhor ao desenhar as mais estranhas criaturas do universo e aí é o seu ponto alto. Quando entram os humanos ou humanóides, a coisa muda de figura. As feições e proporções, senão estão erradas, são pouco atraentes. A paleta de cores mais opacas ajuda em alguns casos e em outros atrapalha. Em linhas gerais é um trabalho mediano que nem ajuda, mas quase atrapalha.

Sobre o enredo de Morrison, é aquele começo de sempre, prendendo sua atenção com as pontas soltas a serem amarradas ao longo do arco. Constrói bem a persona do Jordan e navega com tranquilidade no universo fantástico espacial da DC. Difícil julgar ainda, considerando que estamos no início da jornada, no entanto é um começo interessante. E as viagens nos tóxico King, já começaram? SIM! COMEÇARAM SIM (modo Daciolo off)! A última edição com o `Pastor` comprando a Terra para levá-la ao Paraíso é uma daquelas para você guardar como uma crítica social interessante. O final ainda é incerto, até porque parece termos uma continuação para a edição quatro, entretanto mostrar a população da Terra agraciada pelo Pastor para estar no Paraíso, mesmo que isso vá causar o fim do mundo e das gerações seguintes é muito `nós` mesmo….

Enfim, é o Morrison. Gostando ou não você acaba lendo…

Nota 8 de 10

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