Banner Thor - God of Thunder 014
Isso sim é uma ameaça responsa!

Às vezes um sacrifício na audiência é necessário para manter a sanidade. Sendo assim, clica aê e acompanhe conosco a Resenha Enxuta – Thor God of Thunder #14…

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Salve, salve cambada de Enxutos. Enquanto o UOL não consegue achar nosso histórico de posts, vamos a um breve resumo do que Jason Aaron vem aprontando nesta nova fase de uma das melhores mensais mainstream da atualidade. Após o fim da saga GodBomb e o retorno de Thor a Midgard, Malekith, o Maldito, é libertado de sua prisão no Inferno dos deuses nórdicos. Em sua jornada de volta ao trono perdido de seu reino, Malekith descobre outro em seu lugar e passa a matar todos os Elfos Negros os quais agora considera fracos e indignos, justamente por ter traído sua confiança. Assim, passa a fazer uma caçada em todos os Nove Reinos eliminando todos os remanescentes do seu povo que não são fiéis ao seu domínio. Cabe agora a Thor impedi-lo… mas não será da forma com o Deus do Trovão imaginara…

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Sem mais delongas, aos spoilers. A hq começa em Nidavellir, o reino montanhoso dos Anões. Abaixo de uma inóspita cadeia de montanhas, os anões tem seu lar e estão ocupados em seus afazeres. Não há catedrais ou castelos, apenas equipamentos para forjar as melhores armas dos Nove Reinos. Apesar de reclusos, principalmente receosos com os Elfos, este é um dia diferente, pois nas profundezas de Skorheim, o anões recebem a sua alteza real, a Rainha dos Elfos Negros.

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Apesar do clima de respeito, há tensão no ar. Os anões ficam afastados, olhando-os de forma suspeita. Apesar da Rainha conversar com o anfitrião de forma amistosa, os seus acólitos fazem comentários depreciativos acerca da hospitalidade anã, destacando as diferenças culturais, até mesmo no quesito higiene pessoal. Enfim, o fato é que a Rainha está grata ao Reino de Nidavellir por dar-lhe refúgio. No entanto, há um plano em curso. Enquanto estão ali, Sir Wormsong, o maior espadachim entre os Elfos Negros está em missão: ir ao encontro de Malekith, matá-lo e trazer sua cabeça como prêmio para a Rainha, pondo fim as hostilidades e trazendo paz aos Elfos Negros.

Enquanto isso, em Svartalfheim, o tal espadachim conseguiu localizar O Maldito e o desafiou para um duelo. No entanto, não é uma luta comum, seguindo as regras habituais. Os dois estão sobre uma árvore caída sobre um fosso, onde diversos cães famintos observam atentamente esperando a queda. A despeito das críticas de Wormsong sobre as criaturas não atacarem seu mestre, Malekith garante que devido a fome, os cães comeriam até mesmo ele. E assim se inicia o combate. Wormsong realmente é um belo lutador, a altura de sua fama. Começa a luta com desenvoltura, dando muito trabalho ao vilão. Logo, desfere um golpe e fere Malekith, fazendo-o recuar e admitir que não é tão bom espadachim como seu oponente. Entretanto, é o melhor mago entre os Elfos Negros e assim consegue flutuar quando destrói a árvore/ponte, fazendo com que o pobre Wormsong caia para uma morte brutal…

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Segue o Baile. Estamos em Asgardia, no momento em que Thor e sua trupe está prestes a sair em caçada a Malekith. De forma inesperada, eis que surge a Freyja, a atual All-Mother, impedindo do Paquita partir. Em separado de seus fiéis companheiros, Freyja e Volstagg (agora um senador) caminham com Thor por um jardim e explicam a situação. O Congresso de Mundos decidiu que se os Guerreiros de Asgard atuarem de forma isolada nesta questão, será considerado um ato de ilegalidade por parte dos outros mundos. Quando Thor começara a reclamar de que poderia a única companhia que precisa é o Mjnolir, Volstagg e Freyja afirmam que, graças ao gorducho, o Deus do Trovão poderá liderar uma equipe para responder a Malekith. Mas não uma equipe qualquer: a Liga dos Reinos. E são cinco integrantes: um troll, um anão, um gigante, um elfo branco e a elfa negra que perdera o braço para O Maldito em edições anteriores. Dos cinco, a mulher é maga, o anão gosta de explosivos e os demais são guerreiros, salvo o elfo branco tem habilidade com armas de médio alcance.

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Quatro da Liga
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E a ‘quinta elementa’

Fechando a resenha. Logo partem para Nidavellir, pois a Rainha dos Elfos Negros pediu proteção ao Congresso de Mundos. Ao chegar ao grande portão sul dos reinos dos anões, o encontram fechado. Mas isso não é problema para o Deus do Trovão.

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Ao destruir o portão e adentrar o recinto, encontram Malekith e sua trupe, assassinando elfos e anões. O pau come solto. Curiosamente, o troll nada faz, pois pretende lutar sozinho com Malekith e ficar com a honra toda da batalha. Inicialmente em desvantagem por estar na escuridão, Thor pede auxílio ao Gigante e este consegue abrir um buraco na montanha com um golpe, permitindo a entrada de luz. O Gigante segura Malekith e o arremessa para longe, fora da caverna. Com a surpresa, Thor consegue dominar O Maldito e, quando está prestes a derrota-lo, o bendito anão de seu grupo surge correndo e gritando que ‘vai explodir’. E explode.

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Ao se recuperar da explosão, percebem que Malekith fugira. Rola um breve estresse entre os membros da Liga dos Reinos por sua atuação, principalmente pela ‘atuação’ do troll na luta. E aí foi onde Thor os ameaçou, como mostrado no banner do post. Por fim, o Deus do Trovão descobre as cabeças decapitadas da Rainha e de seus correligionários…

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Comecemos pela arte de Ron Garney, um colírio para os olhos cansados de alguns ‘artistas’ das mensais habituais. Com a escolha de cores adequadas e rico em detalhes, é um trabalho que merece ser visto e apreciado em papel, sem dúvidas.  Ajuda e muito com a proposta do enredo.

Por escrever sobre ele (o enredo, pombas!), Jason Aaron nos entrega uma história típica de RPG, até mais do que o arco anterior. Quem já jogou D&D e seus similares, reconhece de cara o grupo e a proposta da história. Estão ali os elementos épicos, missão, magia, lutas…. faltou apenas um D20 para o ‘jogo’ estar completo. Não é uma hq superio… digo, melhor do que a saga anterior. Mas ainda sim é muito boa e acima da média (baixa) atual.

Tendo Aaron como ‘mestre’, é um prato cheio aos fãs de RPG e que deve agradar aos que curtem uma história bem contada e aventuresca. Cumpre com louvor a missão de apresentar os Reinos, misturando ação e alguma humor. Imperdível.

Nota 8,0

E a enquete da semana, não esqueçam:


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