Análise enxuta, com poucas letrinhas e menos conteúdo ainda!

rco001_1474482544Uma história em quadrinhos, em sua essência, é um exercício de suspensão da realidade. Afinal, somente assim é possível acreditar que um homem pode voar, outro ter um ‘sentido de aranha’ e por aí vai. Entretanto, dentro de sua própria realidade, as histórias nos cativam por serem críveis. Sim, meus caros Enxutos e Enxutetes, nós acreditamos que naquela realidade, dentro dos parâmetros ali explícitos, aquilo funciona e é factível.

E aí chegamos a esta ‘nova saga do clone’. Por mais liberdade criativa e credulidade quadrinística, Slott trabalha com um grau de suspensão da realidade acima do aceitável. São basicamente dois aspectos que me causam este sentimento. Primeiro: Peter Parker viveu a fase do clone. Sofreu todas as consequências da malfadada saga em sua ‘vida’. E aí, com todos os senões possíveis e imagináveis dentro da própria realidade aracnídea, ele seria o primeiro a rejeitar a clonagem nos níveis ali apresentados. Por mais nobre que seja os sentimentos e a necessidade de salvar outras vidas, o risco envolvido e as consequências foram deveras exploradas no passado do personagem. No entanto, sem muito a considerar, o personagem ‘aceita’ um determinado nível de clonagem sem ao menos ter um ‘q’ de questionamentos. Simplesmente é a melhor saída e requer apenas uma averiguação se o que estão usando é mesmo para o bem de todos. Forçando a mão demais para uma nova saga do clone ‘a la Slott’.

E a clonagem agora é uma ressurreição…. Já deu Slott. Larga o osso e deixa outrem assumir o título. Mas, como o Aranha hoje é um dos pouco top 10 da Marvel nas vendas em quadrinhos… longa vida ao $lott.

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