hha - Cópia

Assim que retira a chave da porta e a atravessa, o jovem sente o cheiro podre e nojento dar lugar a um cheiro maravilhoso de comida fresquinha que faz com que o seu estômago ronque como se há muito não tivesse sido alimentado. Ele se encontra em uma sala enorme, quase dez vezes maior que a primeira. Está incrivelmente cheia. Mas não só de comida.

Leia a parte um clicando aqui.

Olhando com mais atenção, percebe morros e morros de moedas, coroas, espadas e outros pertences valiosos em um lado da sala; pilhas de pedras preciosas dentro de baús, que estavam dentro de baús, que estavam dentro de baús. Do outro lado da sala, ele percebe toneladas de alimentos espalhados por todo lado; potes com maçãs, laranjas, bananas, um pote enorme cheio de ervilhas, frangos assados, costelas bovinas e até mesmo javalis assados inteiros, daqueles com maçã na boca.

Ao fundo da sala, o Cavaleiro nota uma espécie de trono, que dá de costas para a porta que acabou de entrar e de frente para outra. Nota uma respiração com dificuldade vindo daquele trono, como se quem estivesse ali tivesse problemas respiratórios ou estivesse doente. Aos poucos ele contorna as pilhas de tesouros e tenta vislumbrar quem está sentado naquele lugar. Seu rosto congela no momento em que consegue enxergar o dono da cadeira, ou donos.

Um homem morbidamente gordo o encara enquanto destroça um pernil de cordeiro assado, mas parece não dar bola para o jovem – o cheiro dos temperos misturados com a carne do cordeiro quase deixa o rapaz com água na boca, se não fosse a cena nojenta daquele homem afundando a sua cara naquele pedaço de carne – entretanto, conforme anda mais um pouco, o Cavaleiro percebe algo ainda mais estranho, nota que aquele homem tem  dois braços saindo de sua barriga e pescoço, com os punhos fechados como se segurassem algo, percebe ainda uma segunda cabeça, um tronco e duas pernas, escondidas atrás daquele monte de banha. Essa cabeça sim lhe encarando fixamente parecendo estar incomodado com sua presença.

A segunda cabeça aponta seus quatro e finos braços para o jovem, enquanto o gordo continua a destroçar o pernil, e pergunta:

– O que diabos esta fazendo aqui? Porque perturba meu irmão e eu? – Com uma voz esganiçada e nervosa.

Por um momento o jovem parece não assimilar aquela cena bizarra, mas assim que olha com mais cuidado para a segunda cabeça, nota um colar com uma chave em seu pescoço e retoma o seu foco para o que realmente interessa.

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– A chave! Eu quero a chave para atravessar a porta que está na frente de você… Vocês.

– Acha mesmo que eu vou simplesmente DAR a minh- Nossa! – disse o gordo, cuspindo comida para tudo quanto era lado, continuou o magro – Minha… Minha chave!

O gordo para por um segundo de devorar o cordeiro e encara o irmão nos olhos. – Nós já falamos sobre isso seu verme!  – Sua voz cresce e amedronta seu irmão, que ainda assim resmunga bem baixinho que a chave é sua e de mais ninguém. O jovem fica assustado olhando aquela cena. Entende que não pode encarar os dois irmãos sozinho, mas percebe uma pequena fragilidade na relação dos dois, que poderia ser facilmente explorada com uma sementinha da discórdia. O magro continuou:

– Acha mesmo que vou simplesmente lhe dar a… A minh… A noss… A chave? Acho bom você ir embora antes que eu me irrite, saia daqui enquanto ainda pode. Você não tem absolutamente nada que me interesse para trocar por essa chave.

– Eu vejo… Vejo que vocês tem um belo tesouro aqui, suponho que você seja o dono dele. – Disse o jovem, encarando as pilhas de ouro e pedras preciosas com desdém.

– Supôs certo meu jovem! É ou não é o tesouro mais belo que você já presenciou? Não que essa sua carcaça frágil deva ter visto muita coisa…

– De fato, já vi tesouros melhores. – o jovem olha para o gordo, que aos poucos para de comer o pernil e começa a prestar atenção nele.

– Mentira! Este é o tesouro mais belo já formado. Nem mesmo seus ancestrais mais antigos tinham nascido e eu já estava juntando essas belezas! É claro, meu irmão não dá tanta bola para o ouro. Ele prefere os comes.

– Ainda assim… Eu digo que este sem sombra de dúvidas é o pior tesouro que já tive a chance de presenciar. É muito grande, ostenta muito…  Mas está faltando algo. – Nesse momento o gordo já largou o pernil no chão e não tira os olhos do jovem. O magro parece não acreditar, mas se mostra curioso a respeito, cerra ainda mais os seus quatro punhos, se é que isso é possível.

– Do que você está falando? – disse o magro, continuou. – Temos tudo aqui…  Joias mais valiosas do que países, pilhas de ouro, prata, bronze! Espadas que pertenceram a heróis mitológicos, pedras preciosas encrostadas em mais pedras preciosas, diamantes, rubis, esmeraldas, safiras, ônix… Sem falar no melhor e maior banquete que esta terra poderia oferecer… Do que diabos vocês está falando?

O jovem percebe que tem a atenção dos dois e que esta é a hora certa para fisga-los de vez.

– Vocês não tem O Pássaro-do-Sol! É isso que vocês não têm. É o que falta para o seu tesouro ser completo e absoluto.

– Pássaro-do-Sol? O que é um Pássaro-do-Sol? – Uma cabeça pergunta para a outra, visivelmente preocupados e curiosos a respeito. – O que é um Pássaro-do-Sol, jovem Cavaleiro? – Perguntaram os dois ao mesmo tempo, formando uma voz incrivelmente engraçada e estranha.

– Não é “um Pássaro-do-Sol”… É O Pássaro-do-Sol!  Não acredito que vocês não o conheçam… Ele é considerado uma das maravilhas mais raras de nosso mundo. Um pássaro com cerca de dois metros de altura, por quatro de comprimento… Suas penas são douradas, feitas de ouro maciço. Seus olhos são vermelhos como o mais puro dos rubis. Suas patas são frágeis como as pérolas. E seu bico… – O jovem vê que tem os dois em suas mãos, nem mesmo piscam, continua. – Seu bico é feito de diamantes… Por sorte, meu pai me deu o mapa de onde encontra-lo antes que viesse a falecer. Isso e a receita para prepara-lo.

– Receita… Receita para prepara-lo? – Perguntou o gordo, enquanto um rio de baba caia de sua boca.

– Ah… Eu não mencionei? Além de um dos tesouros mais raros de nossos tempos, O Pássaro-do-Sol tem a carne mais exótica e saborosa que você jamais vai provar em toda a sua existência, se preparado da maneira correta.

– Me dê o mapa! ME DÊ O MAPA COM A RECEITA!! – disse aquela voz espessa e grave, se remexendo na cadeira.

– Não! Dê o mapa para mim! – Disse aquela voz esganiçada e tremula.

– Infelizmente o mapa se encontra em meu cavalo na entrada da masmorra. A porta atrás de mim está trancada. Com esta chave aqui é possível abri-la. – O jovem mostra a chave para a criatura, com um sorriso sarcástico estampado em seu rosto.

– Me dê a chave!! ME DÊ A CHAVE!! – repetiu a voz grave.

– Não dê para ele, dê a chave para mim! – retrucou a voz esganiçada, balançando os quatro braços magros para cima e para baixo, não abrindo as mãos em momento algum. Continuou. – Não dê bola para o que esse gordo fala, sou eu quem manda!

– Mentira! Sou eu quem manda aqui, me dê a chave agora mortal, ou serei obrigado a matar vocês dois! – disse o gordo, fazendo uma força tremenda para se levantar do trono.

– Troco a minha chave pela chave de vocês. É uma troca justa. – propôs o Cavaleiro.

Sem titubear o gordo arranca o colar do pescoço de seu irmão e joga na frente da porta que o jovem precisa passar. – “Pegue. Agora me dê a chave!”

– Minha chave! – disse o magro. – Minha chave! Meu tesouro! Vou pegar as duas chaves e então terei o Pássaro-do-Sol só para mim! Mas vou pegar a chave para o Pássaro antes, ela será minha antes, só minha!

– Não! Eu pegarei O Pássaro-do-Sol e farei a melhor refeição da minha vida! – disse o gordo.

– Não! Minha chave, meu tesouro, MEU PÁSSARO-DO-SOL! Nem pensar que vou deixar você desperdiçar tamanha riqueza, a minha riqueza, para alimentar essa sua gula nojenta. Já estou cansado de aguentar este seu bafo podre! O Pássaro será meu assim como a chave já é minha, minha, minha, minha! Vou pegá-la primeiro, antes de você e ela será só minha!

Percebendo que era o momento certo, o jovem joga a chave no outro lado do salão. Notando a dificuldade de seu irmão obeso em tentar sair da cadeira, a criatura magra parte em disparada para pegar a chave, parecendo esquecer-se completamente que estava colado em seu irmão.

Na sede pela chave, o magro forçava cada vez mais, dando socos na cara de seu irmão para tentar livrar-se daquele corpo mórbido. O gordo, por sua vez, segurou duas das mãos magras e frágeis de seu irmão e as mordeu como se estivesse comendo um leitão à pururuca. Começou a mastigar cada vez mais forte, partindo os dedos um a um, como se fossem feitos de manteiga.

O magro soltava urros de dor enquanto o sangue escorria pela boca de seu irmão. Quanto mais ele mordia as suas mãos, mais ele tentava se separar, tentando empurrar o gordo para longe. Mas em certo ponto ambos deram um grito de dor, como se algo além dos socos e mordidas tivesse lhes atingido.

Neste momento o jovem olha para os gêmeos e percebe que o magro conseguiu descolar um pedaço do pescoço dos dois. Conforme os gritos aumentavam, os gêmeos iam se separando centímetro por centímetro. A pele ia se esticando e se rasgando aos poucos, enquanto o sangue escorria por suas peles em carne viva. De repente o Cavaleiro escuta um barulho estranho, nota que a separação dos dois já se encontra abaixo das costelas e ouve novamente aquele barulho estranho, como se algo tivesse arrebentado seguido de um “clac” e de repente percebe que ambos estão com um rombo enorme abaixo de suas costelas.

Um misto de suco vermelho e tripas começam a brotar de ambos os buracos; o magro continua se rasgando e tentando se separar, não parecendo dar bola para a dor; enquanto o gordo larga os tocos onde ficavam as mãos de seu irmão e começa a colocar suas tripas de volta para dentro do enorme buraco em sua barriga, desesperadamente.

Em um movimento desesperado, o irmão magro consegue se descolar completamente de seu irmão gordo. Seu esforço de nada adianta, pois ele cai em seguida no chão em cima das suas tripas e uma poça espessa de sangue que parece só aumentar. O jovem olha para aquela cena e não consegue resistir e regurgita em seus pés. Ele nota que o gordo também está morto, com um pedaço dos dedos de seu irmão preso em seus dentes.

O jovem recolhe a chave do chão lentamente, coloca na porta e começa a atravessá-la. Enquanto a atravessava, pensava que aqueles dois não tinham nem a mais remota ideia de que tinham acabado de ser passados para trás.

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Quer saber mais sobre o Pássaro-do-Sol? Clique aqui e leia o conto de Neil Gaiman à respeito.

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Desenhos do conto feitos por Róbbie Young.

  • Anubis_Necromancer

    Bom conto.
    Aguardando pelos futuros.

  • Anubis_Necromancer

    Bom conto.
    Aguardando pelos futuros.

  • Bob_Balburdia

    Violenta e perturbadora. Espero que a próxima seja melhor.

  • Bob Balburdia

    Violenta e perturbadora. Espero que a próxima seja melhor.

  • OeunucO

    Moe minino, cuidado com os erros de gramática. E também os de concordância.

    “Porque perturba meu irmão e eu?”

    Ficaria melhor “Porque perturbas a mim e à meu irmão?”

    • O_Comentarista

      Ele usou o português dadaistico.

    • Felipe P. Silveira

      Sendo um personagem que está falando, há a desculpa dele ser burro!

  • Dr. Eunuco

    Moe minino, cuidado com os erros de gramática. E também os de concordância.

    “Porque perturba meu irmão e eu?”

    Ficaria melhor “Porque perturbas a mim e à meu irmão?”

    • O_Comentarista

      Ele usou o português dadaistico.

    • Felipe P. Silveira

      Sendo um personagem que está falando, há a desculpa dele ser burro!

  • O_Comentarista

    Vai demorar muito pro próximo post?

  • O_Comentarista

    Vai demorar muito pro próximo post?

  • Foca Fofoca

    A arte desses contos ta foda. Fica meu conselho pra esse Róbbie Young: O Moe só ta te atrasando.

    • Inferno_Sempre_Infame

      UAHAHUUAUAUAUAUHAUAUAAAUAAAAAAAUAUAAUAAU

  • Foca Fofoca

    A arte desses contos ta foda. Fica meu conselho pra esse Róbbie Young: O Moe só ta te atrasando.

    • Inferno_Sempre_Infame

      UAHAHUUAUAUAUAUHAUAUAAAUAAAAAAAUAUAAUAAU

  • A Mãe dos Leitores

    Muito bom, meu cuscuz! Adorei essa segunda parte!!

    • Dr. Manhattan

      Mas não tem “os mil gatos boêmios”, mãe… não é a mesma coisa… 🙁

      • Eles estão ATRAIX DE VOSHÊ!

        • Dr. Manhattan

          Segundo a resolução normativa nº 17 parágrafo 3 alínea 12, o uso de “ATRAIX DE VOSHÊ”, é utilizado em replys cujo comentário fonte constitui-se de frase interrogativa em geral envolvendo a noção de localidade. Isto posto, seu comentário está em desacordo com a norma.

          Outrossim, a Lei Jaílson de Delícia recomenda a substituição do já datado “ATRAIX DE VOSHÊ” por “COMENDO CU DE CURIOSO” para replays e comentários fonte de que tratam o observado no parágrafo acima.

          Destarte, o senhor pegue todos os mil gatos boêmios e enfiem-nos, uma a um, de volta em seu cu, que é de onde eles deve ter saído.

          Grato e passar bem.

          • É?! Que bom…

          • Foca Fofoca

            Ta tentando convocar um “André Marques” pra fugir do assunto, né, Ckreed?
            Agora é tarde. Nos vemos na justiça.

          • Dr. Manhattan

            Negativei por conta do seu recalque.

          • Evandro Loco

            Propriedade intelectual do Superamiches, HAUHAUAHAUHA!!!

          • Foca Fofoca

            Propriedade intelectual do Foca*.

          • Evandro Loco

            #NãoCara!

          • Dr. Manhattan

            VISH!!
            CISMA NO SUPERAMICHES!!

          • Evandro Loco

            Uso desde a 5° série!
            AHUAHAUHAUAHUAHAUHAA!!

          • Dr. Manhattan

            Vocês que são branc, digo… vocês que são humanos… digo… ah, vocês que se entendam aí!! Eu lembro dessa parada no gibi do Show da Maravilhosa… convoque uma testemunha sua que esteve contigo na quinta série e venha com um adEvogado para reunir-se com os adEvogados do Foca.

          • Evandro Loco

            O Zweist está aqui desde a época dos dinossauros, acho que foi até ele que inventou o termo e eu me adonei em 1995, é o termo não é meu também!

          • Speed Racist

            Mentira. Estou aqui para testemunhar que esse bordão é do Foca.

          • Evandro Loco

            Você não conta!

          • Dr. Manhattan

            Tem certeza? O Foca é meio cinza hein… acho que ele tem uma nadadeira na senzal- digo, na “sala de recreação da grande estrutura fundiária brasileira do período anterior a 13 de maio de 1888”

          • Dr. Manhattan

            Verdade… provavelmente o Zweist deve ter criado. Sendo assim, o uso de “COMENDO CU DE CURIOSO” já deve ser de domínio público há tempos.

          • Dr. Manhattan

            Foca deve ter negativado…
            Agora a coisa ficou séria!!

          • Foca Fofoca

            Negativei mesmo. Agora que começou a entrar uma grana pesada no superamiches já tão querendo me passar a perna.

          • Dr. Manhattan

            Olha Foca, se eu fosse você eu ficava esperto… soube que o Evandro contratou um assassino e… EI!! CUIDADO!! ATRÁS DE VOCÊ:

            http://images.wikia.com/marvel_dc/images/a/ac/Hitman_Vol_1_14.jpg

          • Evandro Loco

            HAUAHUAHAUAHUAHAUHAUA!!!

          • Churrumino

            Vai todo mundo se fuder, pq fui EU que usei esse termo pela primeira vez no blog. hauhaauhuhauhuhahuahu!!!

          • Evandro Loco

            1° Guerra Civil SuperAmiches travada no território Bde, isso ae, vamu destruir o país dos outros!
            AHAUAHAUHAUAHAUHAUAHUAHAUUA!!!!
            Bom texto Moe, tá melhorando!

          • Dr. Manhattan

            A intriga has been planted!!

          • Dr. Manhattan

            Bem lembrado, amiche!!
            🙂

  • A Mãe dos Leitores

    Muito bom, meu cuscuz! Adorei essa segunda parte!!

    • Dr. Manhattan

      Mas não tem “os mil gatos boêmios”, mãe… não é a mesma coisa… 🙁

      • Barragem da Samarco

        Eles estão ATRAIX DE VOSHÊ!

        • Dr. Manhattan

          Segundo a resolução normativa nº 17 parágrafo 3 alínea 12, o uso de “ATRAIX DE VOSHÊ”, é utilizado em replys cujo comentário fonte constitui-se de frase interrogativa em geral envolvendo a noção de localidade. Isto posto, seu comentário está em desacordo com a norma.

          Outrossim, a Lei Jaílson de Delícia recomenda a substituição do já datado “ATRAIX DE VOSHÊ” por “COMENDO CU DE CURIOSO” para replays e comentários fonte de que tratam o observado no parágrafo acima.

          Destarte, o senhor pegue todos os mil gatos boêmios e enfiem-nos, uma a um, de volta em seu cu, que é de onde eles deve ter saído.

          Grato e passar bem.

          • Barragem da Samarco

            É?! Que bom…

          • Foca Fofoca

            Ta tentando convocar um “André Marques” pra fugir do assunto, né, Ckreed?
            Agora é tarde. Nos vemos na justiça.

          • Dr. Manhattan

            Negativei por conta do seu recalque.

          • Propriedade intelectual do Superamiches, HAUHAUAHAUHA!!!

          • Foca Fofoca

            Propriedade intelectual do Foca*.

          • #NãoCara!

          • Dr. Manhattan

            VISH!!
            CISMA NO SUPERAMICHES!!

          • Uso desde a 5° série!
            AHUAHAUHAUAHUAHAUHAA!!

          • Dr. Manhattan

            Vocês que são branc, digo… vocês que são humanos… digo… ah, vocês que se entendam aí!! Eu lembro dessa parada no gibi do Show da Maravilhosa… convoque uma testemunha sua que esteve contigo na quinta série e venha com um adEvogado para reunir-se com os adEvogados do Foca.

          • O Zweist está aqui desde a época dos dinossauros, acho que foi até ele que inventou o termo e eu me adonei em 1995, é o termo não é meu também!

          • Speed Racist

            Mentira. Estou aqui para testemunhar que esse bordão é do Foca.

          • Você não conta!

          • Dr. Manhattan

            Tem certeza? O Foca é meio cinza hein… acho que ele tem uma nadadeira na senzal- digo, na “sala de recreação da grande estrutura fundiária brasileira do período anterior a 13 de maio de 1888”

          • Dr. Manhattan

            Verdade… provavelmente o Zweist deve ter criado. Sendo assim, o uso de “COMENDO CU DE CURIOSO” já deve ser de domínio público há tempos.

          • Dr. Manhattan

            Foca deve ter negativado…
            Agora a coisa ficou séria!!

          • Foca Fofoca

            Negativei mesmo. Agora que começou a entrar uma grana pesada no superamiches já tão querendo me passar a perna.

          • Dr. Manhattan

            Olha Foca, se eu fosse você eu ficava esperto… soube que o Evandro contratou um assassino e… EI!! CUIDADO!! ATRÁS DE VOCÊ:

            http://images.wikia.com/marvel_dc/images/a/ac/Hitman_Vol_1_14.jpg

          • HAUAHUAHAUAHUAHAUHAUA!!!

          • Churrumino

            Vai todo mundo se fuder, pq fui EU que usei esse termo pela primeira vez no blog. hauhaauhuhauhuhahuahu!!!

          • 1° Guerra Civil SuperAmiches travada no território Bde, isso ae, vamu destruir o país dos outros!
            AHAUAHAUHAUAHAUHAUAHUAHAUUA!!!!
            Bom texto Moe, tá melhorando!

          • Dr. Manhattan

            A intriga has been planted!!

          • Dr. Manhattan

            Bem lembrado, amiche!!
            🙂