Essa edição foi lançada há mais ou menos 15 dias e sim levei tudo isso para resenhá-la de um jeito “educado”…

Na verdade eu li uma notícia de que o roteiro do filme live-action seria reescrito do 0 e isso acabou me lembrando que essa bagaça existe…

E como eu curto me sodomizar, decidi fazer a resenha às 02:25 da madrugada (pra ver como o baque foi tão grande, que me tirou o sono…)

Enfim, sem mais demoras, vamos à tortura visual que é essa droga e sim, starscream2, eu sou o Bill.

Capa, a ÚNICA coisa boa nessa revista.

A história não começa de onde parou, mas de um ponto mais distante, no espaço (SPAAAACEEE!!!!! – Piada de Portal 2), temos uma explicação resumida em off sobre a situação até o momento, do qual uma armada alienígena (que ninguém sabe que é a Zentraedi) aparece do nada e já começa a atacar a Terra. A cena muda para a cidade em guerra com os aliens e a SDF-1 flutuando sobre a cidade.

Elenco, um mais feio que o outro.

Nesse momento, vemos a mais feia Minmei já desenhada (sério). Olhando para as fuças do Zentraedi, que saiu de um pod minúsculo e agora fica olhando para o Veritech em que ela e Rick estão, com uma cara de vou abrir um oco nesse robô.

Recomendação do Sorg

Rick, mais perdido que cego em tiroteio, fica sem ação e cabe a sino-japonesa “dar uma de homem” da parada, atirando um míssil na criatura.

Decepando a mão do inimigo, que logo pula para trás, devido a explosão de outro míssil, agora este vindo de cima.

Repare na mão que toca o fap espacial…

Rick então pergunta se era Roy quem estava ali e este afirma que sim. Aterrissa, se transformando em robô, pega sua metralhadora e começa a atirar no Zentraedi, que agora parte para um corpo a corpo.

O Zentraedi, mais rápido do que o Flash no Fome Zero, esquiva-se dos disparos, para agarrar o pescoço do Veritech com a MÃO QUE DEVERIA TER SIDO DECEPADA COM O MÍSSIL!!!

Ele então derruba Roy, mas este atira em sua barriga com sua metralhadora, ficando preso sob o corpo do inimigo caído.

Continuidade furada!

(Pausa pro CupNoodles, que a madrugada vai ser longa…)

De volta a ponta da SDF-1, Gloval, pensando alto, afirma que os Zentraedis estão brincando com eles, pois os forçaram a entrar em ação e, desde então, não se moveram.

Ele ordena que Claudia o ligue com o Doutor Lang, cientista-chefe da bagaça, e manda ele preparar o Sistema de Salto (ou Fold System), para um salto em baixa altitude.

Depois de se chamar o capitão de Bison do Raul Julia, ele afirma que o procedimento é loucura, pois nunca foi feito antes e Gloval, com cara de “Quero cagar logo, caramba!”, fala que não está pedindo e sim mandando.

Doutor Lang então abana a cabeça e pede a localização para onde eles deveriam saltar.

Gloval fala, como se fosse simples, feito atravessar a rua, para saltar para atrás da Lua e pegar os inimigos desprevenidos.

Alô! Disque-sexo novinho.

No espaço com Wheatley, na nave capitania da frota, um Breetai, mais feio do que o cão chupando manga, conversa com seu fiel lacaio Exedore, reclamando da espera que a humanidade tem em lançar a merda ao espaço.

Logo ele decide destruir a frota de defesa orbital que, por algum motivo, até aquele momento, não fez droga alguma para abater os pods, que desceram até a ilha e começaram a farra.

Eram os Orcs de O Senhor dos Anéis astronautas?

Na SDF-1, Gloval, não aguentando mais a polenta, manda o doutor ativar a porra do sistema de salto.

O doutor fala pra ele ter calma, que estava quase lá e, já fulo da vida, pergunta se todos os Veritechs estavam dentro da SDF, além dos civis nos abrigos designados.

Só que eles esqueceram de um e é nele que o casal mais sem química dessa versão está.

E, ao invés deles rumarem par a SDF, Minmei o obriga com um porrete, para levá-la de volta a família dela e depois que ele se explodisse.

Alô, farmácia, manda mais laxante.

Rick, com cara de tacho, nota no painel um pico de energia anormal, vindo da SDF, e olha pra fonte com cara de abestado, de dentro do caça.

A energia começa a emanar da SDF, envolve a nave inteira e cria uma bolha, que encobre parte da ilha e do oceano numa esfera.

Dentro da nave, Gloval pede um relatório rápido da situação, quando falam que todos os civis estão no abrigo e que todos os caças estão no hangar, no qual mostra uma cena do Roy quase batendo num piloto e questionando se “ele nunca retornou”, sendo que estavam falando do Rick, ou seja, a logística aqui tá uma bosta…

A energia, que encobriu tudo, logo implode e leva toda a área dentro da esfera para um salto, reaparecendo no espaço.

Sério, que o cara atira numa FORTALEZA ESPACIAL e ninguém nota?!

O casal maravilha, que estava fora da nave, decide ir para lá e atiram na fuselagem da fortaleza, na qual, devido a um erro de aceleração, quase morrem com o impacto, após adentrarem a SDF, destruindo assim o Veritech e deixando Minmei puta da vida, apenas perguntando onde estaria a família dela…

De volta a ponte, Gloval manda ter outro relatório sobre como estão as coisas ali. Infelizmente, devido a um problema “visual”, a operadora do radar não consegue achar a Lua com seus sistemas, mesmo com uma janelona ali para ver o ambiente de fora…

Gloval, numa dedução a la Sherlock, diz que eles estão em Plutão e manda Claudia ligar para o Doutor Lang, para obrigá-lo a levá-los de volta pra casa.

Lang perplexo diz para eles que os geradores de salto sumiram e, novamente encarnando o Sherlock, Gloval diz que o caminho para casa será bem longo, finalizando a edição.

Ok, gente, deu merda. Recolham tudo e vamos fazer de novo.

Bom, o que dizer dessa edição…

JESUSMARIAJOSÉ!

Que porra é essa?! A coisa consegue ser bem pior que a primeira edição, sério!

Como fã do original (ambos, tanto de Macross, quanto de Robotech), não consigo entender isso.

Algo praticamente pronto, que não é usado. O fandom afirma que é para desvincular do material original (pera, eles vão desvincular o Robotech atual, do Robotech original? É isso?!).

Se for, será tão bom quanto o que fizeram com o Super durante a fase Novos 52, que teve a enésima origem “alterada”, sendo que no geral era a origem que deram na Era de Ouro (pais morreram cedo e ele saltava, não voava de início).

O roteiro é muito raso e omite muitas partes que, apesar de não fazerem sentido, tinham mais sentido do que isso.

Sério, não é sendo um velho otaku, do tipo que não sabe desenhar, usando uma mesa digitalizadora (algo que eu realmente não sei fazer, essa macumbaria não é pra mim), mas não tá funcional e a forma que desenvolvem a personalidade, de alguns personagens nessa edição, é de doer.

Mesa digitalizadora, é um inferno usar isso!

Roy, que agora é superprotetor do irmão, sendo que de início mandou ele ser preso para “protegê-lo”, se fosse para isso, por que simplesmente não falou a verdade? Ou já que surgiu um cenário de guerra, por que não o mandou para um lugar seguro?

Minmei é outra, de moça jovem, cordial, simpática e caseira, aqui mudou pra uma “velha rancorosa e ranzinza”, mandando e desmandando no Rick, como se ele fosse o capacho dela, sendo que se conheceram há poucos minutos!

As falhas no roteiro são seguidas novamente pela arte do Marco Turini. Se na primeira edição parecia feia, aqui a coisa involuiu. Com erros de continuidade (como a mão que sumiu e não sumiu), enquadramentos falhos e perspectiva de doer os olhos, pra lá de correntes.

Além da nova “cara” do elenco, que pelo amor de Tezuka, que porra fizeram com o Breetai?! Ele tá parecendo um Orc de O Senhor dos Anéis!

Antes chamassem o Giannis Milonogiannis que, apesar da arte menos feia, ele sabe desenhar melhor que o Marco, como vimos na run dele pela revista dos G. I. Joes pela IDW.

Se continuar assim, não vejo uma vida longa pra esse reboot.

Nota: 1 de 10.

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