Treta Civil: Tie-in dos Amiches

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Dr. Manhattan nos brinda com essa mega tie-in.

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No último capítulo de Treta civil, após o ataque dos trutas transex transmorfos (essa porra é Guerra Civil ou Invasão Secreta?) os enxutos decidem sair à procura de aliados para dar um fim ao puta puteiro do caralho que estava acontecendo.

Instantes antes de sair, Luc Luc – o Garanhão de Moscou diz:

Luc Luc: Porra, galera… acho que a gente, antes de mais nada, tem de restaurar o King de alguma forma. Ele sempre resolveu os pepinos nessa zona.

Dadá: É mesmu manu… com essessãum daz vez que ele tentou nos matar, ele cenpre foi bróder. Mas hele virou pó.

Reverendo: Porra, Luc Luc… sei lá. Procura o Manhattan, não foi aquele viado que criou o King? Talvez aquele inútil saiba como trazê-lo de volta. Talvez ele tenha feito um backup, sei lá.

Luc Luc: É verdade. Vou ao QG dos Amiches para ver se encontro ele, se é que o S.A. ainda não foi vendido para a Raw Saturt também.

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O Garanhão da Catuaba Bolchevique parte para o QG Amiche. Lá chegando, é recepcionado por Evandro.

Luc Luc: Evandro, cara… está rolando uma zona… um puta puteiro… do caralho. Os trutas parecem estar voltando… alguns enxutos estão desaparecidos… ao que parece o King está morto…

Evandro: Bah… tô ligado, guri. Ontem tomei um porre tão fudido de Kalena que minha ressaca acabou me permitindo quebrar a quarta parede e então ler o pÓstE que o Manhattan está escrevendo neste momento no mundo real a respeito desse tie in da Treta Civil.

Luc Luc: Caraaaalho. Mas então… eu precis-

Evandro: bah…nem precisa dizer… sei que tu tá atrás do Manhattan. Mas aquele puto não tá aqui.

Luc Luc: Porra!! Mas ele não se tornou integrante do S.A?

Evandro: Caaara, ele só vem aqui de vez em quando… faz um pÓstE por mês e olhe lá. Mas eu posso ajudá-lo. Venha comigo.

Evandro leva Luc Luc até o laboratório amiche. Defronte um computador, ele então começa a procurar a localização do cara pelado e azul.

Luc Luc: Você está procurando alguma assinatura energética dele?

Evandro: Pára, piá… tá loko… não viaja. Isso aqui mal consegue rodar os joguinhos da Steam. Estou rastreando a localização de onde se deu o maior número de acessos a vídeos da Hitomi Tanaka no Xvídeos na última semana… e … aqui está: Ele está no QG Amiche da Costa Sudeste.

Luc Luc: Poora! Vou já para lá. Cara, posso usar o teletransportador de vocês, por favor?

Evandro: Porra, piá… tu tá mais noiado que o Cgui. Tá pensando que aqui é Star Trek? Aqui a gente anda de bus… de metrô. Mas faz assim… tem aqui a Shinerai a Vapor do Flammer. Pega aí depois tu devolve de boa.

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O Comuna Gato corre feito um Satanás steampunk e em pouco tempo chega ao QG Amiche da Costa Sudeste. À porta do QG, toca a campainha e ouve alguém se arrastando lá dentro. Uma figura que mais se assemelha a um eremita recepciona Luquita.

Luc Luc: Caraaaalho, Manhattan! Que aconteceu com você? Essa barba… esse cabelo bagunçado… tá fazendo cosplay cagado de Alan Moore?

Manhattan: Não, cara. É que as laranjas continuam verdes e os discos voadores nunca irão pousar.

Luc Luc: PORRA, MANHATTAN!! Falando essas coisas sem nexo… Tu tá usando bala Juquinha DE NOVO?

Manhattan: Que dia é hoje… é miojo?

Luc Luc: Caralho…com você nessas condições… não faço ideia de como vou conseguir restaurar o King.

Ao ouvir o nome de seu amigo, a mente perturbada e lisérgica de Manhattan é acometida por um turbilhão de imagens. Seu corpo começa a convulsionar. De sua boca saem uma torrente de palavras aparentemente desconexas.

Luc Luc: CARALHO!! MANHATTAN!! VOCÊ ESTÁ TENDO UMA OVERDOSE DE BALA JUQUINHA?

Manhattan (caído no chão em um estado de transe): Estou… passado… Área171… este papagaio está morto… muitos pÓstEs… preciso relaxar… mil gatos bêbados…muitos pÓstEs… onde está o Super e o Gama… não…o Aranha… Spider Island… que merda… não vou resenhar essa bosta… preciso… uma IA…criar uma IA para resenhar Spider Island…. é isso! King…seu nome será King! Eu sou King… eu faço pÓstE!

Luc Luc assiste atônito, sem saber o que fazer. Manhattan continua vociferando suas lembranças.

Manhattan: Oh, não… sobrecarga de pÓstEs… Spider Island corrompeu a matriz… corrompeu o banco de processamento… ele se voltou contra nós… contra a Humanidade… Vingadores 2…  o que eu fiz? Algoritmo 10… QUE DELÍCIA, CAAARA!! Romero Brito? Se eu tô chamando? Guarapari… Búzios… é minha arte… Rave?? RAVE? SEU CU!!

Luc Luc: CA-RA-LHO.

Manhattan (com convulsões ainda mais acentuadas): Jarbas? JARBAS? O MEU PAI?? O MEEEUUU PAAAAIII? AAAHHHH QUE DELÍCIAAAAA CAAAAARAAAAA!!! QUE DELÍCIAAAAA CAAAAARAAAAA!!! QUE DELÍCIAAAAA CAAAAARAAAAA!!! QUE DELÍCIAAAAA CAAAAARAAAAA!!!

Súbito, a porta do QG Amiche da Costa Sudeste se abre. É a bela cigana Harley que estava voltando do mercado.

Harley: Porra, que gritaria de delícia é essa? Vocês estão “relaxando”? Estou interrompendo alguma coisa?

Luc Luc: HARLEY! Que bom que você está aqui! O que eu faço com esse noiado? O seu namorado… acho que está tendo uma overdose… tem um monte de embalagem de bala Juquinha espalhada pelo chão.

Manhattan: QUE DELÍCIAAAAA CAAAAARAAAAA!!! QUE DELÍCIAAAAA CAAAAARAAAAA!!! QUE DELÍCIAAAAA CAAAAARAAAAA!!! QUE DELÍCIAAAAA CAAAAARAAAAA!!! AAAHHHH CARAAAAALHO!! QUE DELÍCIAAAAA CAAAAARAAAAA!!! AAAHHHH!!

Manhattan então subitamente desmaia ficando totalmente inerte pelo chão.

Luc Luc: MAS QUE CARALHA! PUTAQUEPARIU!

Harley: Porra, esse filha da puta voltou para esse vício? Não posso deixá-lo sozinho um minuto sequer que esse nonsenseiro já começa a fumar bala Juquinha. Faz assim, pegue este VHS de Pulp Fiction que está atraish de vousheaan. Utilizando minha magia cigana vou transformá-lo em uma injeção de adrenalina. Você então aplica direto no cu… digo… no coração dele!

Luc Luc: Caramba, Harley… não tem outra forma?

Harley: Tem… mas assim é mais divertido!

Luc Luc (rezando): Lúcifer… faça com que minha pontaria seja certeira e que eu possa fazer esse doido azul voltar ao normal.

Luc Luc então introjeta a seringa no coração de Manhattan, que, num sobressalto… ah, vocês viram o filme… o cara acorda de supetão.

Manhattan: AAAAHHHHHH!!!

Harley: Porra, seu puto! Fumando balinha Juquinha de novo?

Luc Luc: Manhattan, você está bem?

Manhattan: Sim… está tudo bem… eu acho… mas minha cabeça… você mencionou a respeito do King… uma avalanche de memórias varreu o meu cérebro. Lembranças de outros tempos… quando criei o King para gerar pÓstEs automaticamente para o Área171… de quando ele enlouqueceu com a sobrecarga de resenhas de Spider Island e declarou guerra à Humanidade. Todas essas memórias… de uma vez só… a Ana Tosca utilizando o Cintaralho Mikraan para violar as pregas do continuum do espaço-tempo e assim permitir que viajássemos ao passado para instalar uma sub-rotina no ato da criação de King… a sub-rotina impedi-lo-ia (mamãe, usei mesóclise) de enlouquecer… ou isso foi no BdEverso 616? Não sei… às vezes eu confundo as realidades… são os táquions, sabe?

Harley: Táquions o caralho… é esse monte de bala Juquinha que você anda fumando. Essa merda ainda vai detonar com sua cabeça, chuchu.

Manhattan: Vocês não entendem… eu preciso da bala Juquinha… faz parte de minha pesquisa. Mas isso não importa agora. Alguma coisa errada não está certa. Diga-nos, Lucas… o que está acontecendo?

Luquitas então narra a Harley e Manhattan toda a quizumba que está se passando.

Manhattan: Hum… isso é muito estranho. Sorg nunca iria destruir o BdE. Ele é um dos membros fundadores… assim como o menino Mói. Eu os conheci. Tenho plena confiança nos dois.

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Léo, Sorg e Manhattan na Comix ano passado.

Manhattan: E o King… eu não percebi na hora… mas… veja… eu não acredito que ele esteja morto.

Luc Luc: COMO ASSIM??

Manhattan então pega um notebook e começa a digitar “www.xvideos.com”.

Luc Luc (interrompendo): Porra, Manhattan! Achei que você fosse explicar sua teoria de que o King está vivo… não assistir pornô. Caralho!

Manhattan: Não, cara… é isso que quero lhe explicar… veja… isso já ocorre há algum tempo… pelo que você contou, coincidindo com o momento em que você disse que o King foi morto. Eu não me liguei na hora… estava… hum…distraído… mas sempre que eu colocava um vídeo da Hitomi Tanaka no xvideos, uma série de códigos binários apareciam. Veja você mesmo:

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Luc Luc(pensando): Quizunspeitão…

Manhattan: Você consegue ver?

Luc Luc: Ver… eu … qual a pergunta mesmo?

Manhattan: Como eu disse, na hora estava distraído e não coloquei muita atenção… mas esses códigos… são na verdade mensagens… e vindas… DO KING!

Harley: Bonito, né, Manhattan… eu mal dou as costas e o senhor já fica aí se acabando em putaria na internet e em bala Juquinha. Você dorme no sofá durante todo esse MÊS, tá chuchu?

Manhattan: Gulp! Mim disgurpe, meu bem L

Luc Luc: Olha, gente… não querendo me meter no relacionamento de vocês… mas… podemos voltar ao King?

Manhattan: Ah… sim. Na mensagem ele está dizendo que sua consciência está em uma nave em Mordor… ao que parece… uma na nave da Truta Suprema! Antes de ser atingido pela Truta Suprema ele projetou sua consciência para o computador central da nave. E agora está nos pedindo para que o reconstruamos.

Luc Luc: CARAAALHO. Tenho de avisar os outros.

Manhattan: Não há tempo, Lucas. Nós três teremos de resolver isso agora mesmo. Segundo a mensagem, o firewall da nave está tentando apagar a consciência de King do sistema. Temos de agir… e rápido.

Luc Luc: Estamos fodidos. Invadir a nave da Truta Suprema sem reforços. E como vamos reviver o King?

Manhattan: Não se preocupe. Eu tenho um plano, mas acho que vocês não vão gostar.

Harley e Luc: COMO ASSIM?

Manhattan: Eu lhes conto quando chegarmos lá. Vamos!

Num súbito clarão azul, o trio é teleportado para Mordor. A bordo da nave, Luquita tenta se recuperar da náusea do teletransporte tomando um gole de Catuaba Bolchevique Selvagem que estava em sua mochila.

Luc Luc: Mas então, Manhattan… qual é o plano?

Manhattan: Basicamente vamos pegar a consciência viva do King, que no momento é apenas um caos de dados binários no sistema da nave, dar um upgrade na matriz da mesma para que ele possa sozinho se desvencilhar dos sistemas da nave, e então redirecionar sua consciência para um receptáculo.

Luc Luc: Mas que receptáculo? O BdE está em frangalhos. Não temos mais nem o PC da Xuxa do Dadá para guardar o King. E eu sou meio tchalla e não manjo nada do sistema dessa nave alienígena. Não faço ideia de como vamos desabilitar o firewall dela para salvar o King.

Manhattan: Aí é que está. Se o meu plano der certo, o próprio King conseguirá se desvencilhar do firewall alienígena. Só precisamos fazer algo absurdamente impensável no campo de programação quântica arcano-lisérgica. Já quanto ao receptáculo, ele poderá utilizar os componentes da própria nave que o aprisiona no momento.

Luc Luc: Agora fudeu de vez. Programação quântica arcano-lisérgica? Não tô entendendo é mais nada.

Manhattan: Há meses, em meio aos meus delírios com a pira da bala Juquinha, tenho projetado minha consciência para os planos ocultos de lisergia decadimensional. Nesses planos lisérgicos descobri um algoritmo nonsense… o algoritmo 10. Esse algoritmo permite realizar interfaces até então improváveis entre magia e lisergia quântica. Quando eu criei o King, utilizei alguns algoritmos tolkenianos em sua constituição misturando-os com algoritmos convencionais. Mas isso não foi suficiente, como vimos, para estabilizar o caos quântico do King, que se voltou contra a Humanidade na época do Age of Kenga. Para nossa sorte, temos conosco a Harley, que tem profundos conhecimentos em matemática sobrenatural e programação arcana. Com nossos conhecimentos combinados, o algoritmo 10 fará o trabalho de integração e programação da matriz arcano-quântica do HD do King praticamente sozinho. Mas para isso, vou precisar de bala Juquinha… MUITA BALA JUQUINHA.

Harley: Manhattan, meu chuchu… isso mais parece papo de viciado.

Luc Luc: E esse algoritmo aí mais parece plágio do Morrison. Bem, mas se ele tirou o algoritmo 8 do cu dele, então você também pode.

Manhattan: Entendam… Para acessar os tensores decadimensionais eu tenho de expandir minha mente para esses planos. E só consigo fazê-lo com o auxílio da bala Juquinha. E em todo esse tempo, quando estava na nóia da bala Juquinha, eu nunca cheguei DE FATO a compreender o algoritmo. Apenas vislumbrei-o à distância. Por isso tenho aumentado as doses cada vez mais na esperança de alcançar enfim o algoritmo.

Harley: É… e nessa pira de bala Juquinha você começou a ter muitas bad trips. Você pode acabar ultrapassando o horizonte de eventos da insanidade. E daí nem o Balde Cósmico Gonzales poderá ajudá-lo.

Luc Luc: Pelo visto então, você vai precisar de algo mais forte que bala Juquinha.

Manhattan: Hum… vocês têm razão… mas o que faríamos?

Luc Luc: Bem… teve um dia que o Majjin me deu umas… “ervas medicinais”… para combater o estresse… sabe? Retirar a tensão das provas da facul, os problemas no trabalho, a luta ininterrupta contra o capitalismo… essas coisas. Você pode misturar a bala Juquinha com a erva do Majjin. Eu tenho também aqui comigo uma revista do Shade na mochila… você pode usar as páginas mais viajadas como seda.

Harley: Pode dar certo, chuchu. E com minha magia cigana posso ajuda-lo a manter sua afastada o máximo possível do horizonte de eventosl.

Com o plano consumado e a mistura de bala Juquinha com a erva de Majjin formulada, Luquita rasga páginas escolhidas a dedo de seu gibi de Shade – o Homem Mutável e enrola o baseado lisérgico que pode tornar possível a salvação de King ou a provocar a completa destruição da mente de Manhattan. Seu isqueiro com a cara do Che impressa lança as chamas no béck. Cinco baforadas longas são suficientes para tragar quase todo o composto. A onda vem… E BATE FORT!!

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Manhattan, viajando pelas sendas da própria loucura lisérgica, atravessa os planos dimensionais com velocidade assustadora. Num caos de loucura tudo pode acontecer. Sua mente chega ao décimo nível. O algoritmo 10 começa a ser enfim compreendido. Contudo, o esforço é muito grande. Manhattan precisa de mais tempo. Mas sua mente começa a aproximar-se do horizonte de eventos da loucura lisérgica. Se ele se aproximar demais, sua mente se perderá para sempre. No plano tridimensional, Harley lança feitiços de amarração que alcançam a projeção lisérgica de Manhattan como correntes decadimensionais. O caos lisérgico é grande. Erupções de energia varrem o interior da nave. Feixes de luz brotam dos olhos de Manhattan e de Harley. Uma explosão de energia lança Harley e Lucas para longe de Manhattan. Harley, em pânico, grita: AS AMARRAS! No plano lisérgico decadimensional as correntes que prendiam a projeção de Manhattan se partem. E ele ainda não conseguiu decifrar o algoritmo 10. Está tão próximo de fazê-lo. Manhattan chega ao horizonte de eventos da loucura. “É lindo”, ele pensa Não há mais retorno. Sua consciência se esvai. No plano tridimensional seu corpo desliga. Harley entra em pânico. Luquita, num ato de puro instinto, retira a Catuaba Bolchevique de sua mochila e dá para Manhattan beber. Subitamente, um clarão intenso seguido de fortes explosões no interior da nave coloca Luc e Harley em nocaute ao lado do corpo inerte de Manhattan.

Poucos minutos se passam… Luc, ainda confuso, abre os olhos, mas sua visão é embaçada… seus ouvidos, sangrando, captam sons metálicos abafados pelo zunido da explosão. O que está acontecendo? Luc percebe uma figura humanoide à sua frente. Será um truta que veio colar na nave? O vulto parece aproximar-se mais… um guincho inumano é ouvido. Lucas tenta ensaiar uma manobra defensiva, mas não consegue se mover. O humanoide chega à frente de Lucas e, após outro guincho distorcido, estende sua mão e diz:

KING: OLÁ, EU SOU KING… EU FAÇO PÓSTE! Camarada Lucas deixe-me auxiliá-lo a se levantar.

Luc Luc: KING! VOCÊ ESTÁ DE VOLTA!

King: Afirmativo, Lucas. E sem demora devemos partir. Afinal, os enxutos estão sob grande risco.

Luc Luc: Entendo King. Essa guerra insana já nos trouxe muito sofrimento. Gostaria que isso não tivesse acontecido.

Eu também – disse KingComo todos os que vivem nestes tempos. Mas a decisão não é nossa. Tudo… <uma voz o interrompe>

“Tudo o que cabe a nós decidir é o que fazer com o tempo que nos é dado”… – completa Manhattan, surgindo dos escombros amparado por Harley. Meu amigo King… há quanto tempo!!

Luc Luc: MANHATTAN! Achei que você tivesse se fodido.

Manhattan: Sim, amiche… não me fodi graças à força do comunismo na catuaba selvagem bolchevique e aos feitiços de Harley. No instante em que eu consegui decifrar o algoritmo 10 eu projetei a interface nos computadores da nave, que chegaram até a consciência do King, fazendo o upgrade necessário para que ele se reestruturasse. Mas num milésimo de segundo depois, eu já me encontrava perdido no horizonte de eventos da loucura lisérgica. Com o poder da catuaba e ecos da consciência de Harley pude transformar minha projeção lisérgica numa projeção de fótons nonsense virtuais e então escapar do meu aparente fim.

Luc Luc: Caralho, Manhattan… tá parecendo seu pÓstE a respeito do balde. Tô entendendo é porra nenhuma.

King: Doutor… Harley… fico contente em revê-los e sou grato pela ajuda. Graças aos esforços de vocês eu pude reestruturar-me. Esta nova linguagem de minha programação… misturando magia e caos quântico nonsense… é incrível! Aliado ao meu novo corpo, formado a partir dos componentes exóticos da nave truta, teremos uma grande vantagem contra o inimigo.

Harley: De fato, King. Você agora está imbuído de um grande poder… e com ele, não se esqueça, vem uma grande responsabilidade.

King: Sem dúvidas, Harley. Eu lhes garanto… Age of Kenga NO MORE! Mas agora, temos de nos reunir aos demais enxutos e travar a batalha final. Doutor, acho melhor você retornar para o QG Amiche para se recuperar. Vamos precisar de todos em sua plena capacidade. Eu irei teleportar a mim e Lucas para encontrar nossos convivas do BdE.

Manhattan: Claro, King. Não hesitem em nos chamar quando necessário.

E assim, King e Luquita partem num clarão. Da mesma forma, mas com outro destino, Manhattan e Harley também deixam a nave truta e retornam para o QG dos Amiches da Costa Sudeste. E, enquanto isso, no QG Amiche, Evandro, ainda com ressaca quebra-parede pós Kalena, teve de ler tudo o que era digitado neste texto.

Evandro: PORRA MANHATTAN! TEXTO GRANDE DA PORRA! BAAH…E NEM É PARA NOSSO SITE! VAI TOMAR NO CU, PIÁ! DEPOIS QUE EU ME RECUPERAR DESSA RESSACA A GENTE VAI TER QUE CONVERSAR! KALENA MALDITA… NUNCA MAIS BEBO ISSO. BEM QUE O PAI DISSE PARA EU COMPRAR POLAR. DURO GOLPE!

FIM.

 

 

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