Anuncia, esquece, cancela…

No último domingo, a Warner aproveitou seu espaço na CCXP 2017 para revelar quais são as suas produções relacionadas ao Universo DC que devem estrear nos próximos anos.

Esquadrão Suicida ganha uma sequência. E nos poupa de filmes como Coringa & Arlequina!

São eles: Esquadrão Suicida 2, Shazam! (Capitão Marvel! Capitão Marvel, droga!), Flashpoint, Batgirl, Tropa dos Lanternas Verdes, Mulher-Maravilha 2 e The Batman.

Vão fazer um filme do Flashpoint apenas para colocar o Jeffrey Dean Morgan como o Batman velhaco que anda armado. Ah, e pra demitir o Affleck!

Filmes anunciados ou especulados como Sereias de Gotham, Arlequina, Cyborg e o filme que contaria a origem do Coringa (oh,suprema heresia!) parecem ter encontrado seu destino justo: a lata de lixo onde está escrito “ideias estapafúrdias oriundas de mentes idiotas”.

O grande sucesso da Warner-DC foi o filme da Mulher-Maravilha com a Gadeusa! Quem diria (além de mim, claro)?

A sequência de Liga da Justiça (Justice League, 2017), que era “certa”, não foi confirmada. A recepção morna ao longa da maior equipe de heróis da DC provocou reações inflamadas por parte da direção da Time-Warner, proprietária tanto dos Estúdios Warner como da DC Comics.

Ben Affleck deverá ter uma participação mínima em Flashpoint e se despedir do papel de Batman. Consta que Matt Reeves, diretor de The Batman, já procura um novo ator.
Recomendação do Sorg

As consequências ainda são esperadas. Fala-se em severas mudanças no planejamento e que a DC terá menos poder de decisão daqui pra frente. Executivos não ficaram satisfeitos com a série de ideias equivocadas, entre elas manter Zack Snyder à frente do filme da Liga. Boatos dão conta de que, em determinado momento, o Estúdio parou de interferir e torceu para que o filme naufragasse, a fim de “cortar as asas” da DC, que havia ganho maior autonomia depois de fiascos como Jonah Hex (idem, 2010) e o “inesquecível” Lanterna Verde (Green Lantern, 2011).

Nossa, que vergonha…

Por isso mesmo, eu não acredito mais em nada. Até porque Geoff Johns continuará tendo papel de destaque nas produções cinematográficas relacionadas a quadrinhos, podendo demonstrar sua incompetência absurda e executar seus truques de mágica fantásticos quando o desastre surge no horizonte (já repararam como ele sempre, sempre se isenta de responsabilidade quando a coisa dá errado?).

Ao que tudo indica, Joss Whedon continua a frente do filme da Batgirl.

E tudo isso em um ano muito bom para a Warner, que é até aqui o único estúdio a faturar mais de dois bilhões de dólares na bilheteria norte-americana, graças principalmente ao sucesso de It – A coisa (It, 2017) e, claro, Mulher-Maravilha (Wonder Woman, 2017). É o segundo melhor resultado da história, perdendo apenas para 2009. Dinheiro bem ganho, mas, aparentemente, mal gasto.

 

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