Sabe quando você tá de bobeira em casa e não acha absolutamente nada que te brilhe os olhos para ver na Netflix?

Pois bem miguxos, D. Patroa e eu colocamos nossas crias para dormir e tava os dois lá de bobeira, zapeando pela Netflix (porque TV é a balada dos casados) e acabamos assistindo IO, filme de temática pós apocalíptica que muito me apetece e que se resume a isso aqui: o planeta está moribundo, consequência da milhares de anos de poluição, blábláblá e Umanidade se refugiu numa colônia espacial em órbita de uma lua de Júpiter. Sam e seu pai Henry (na realidade só a Sam porque o pai morreu. Dane-se que é spoiler), dois cientistas fodões (daqueles de filme que entendem de tudo, sacam? Física, química, astronomia, biologia, medicina, mecânica, etc e tal) ficam na Terra pois acreditam que o planeta um dia irá se regenerar e torna-se habitável novamente e tocam a vida fazendo experiências, coisa de cientista de filme e tals até que chega o Falcão dos Vingadores e pronto.

A imagem de destaque do post vai ser a mesma (e única) do texto. Problem?

O filme se resume aos dois e nada acotece, feijoada. Nada. N.A.D.A. O filme se arrasta por intermináveis 01:36 mins e termina com o Falcão indo na última nave para a colônia e com a Sam ficando para trás, em um final que pode ser interpretado como a morte dela ou como a regeneração da Terra. Foda-se.

O filme é absurdamente arrastado com 96 minutos de diálogos extremamente chatos e desinteressantes, cenas meh e uma dupla com o carisma de uma garrafa de água descartável. Ah, a fotografia do filme é linda mas não justifica seu tempo sentado em frente à TV. Fui dormir com raiva e dei (ui) graças a Odin quando essa merda acabou. Eu deveria ter assistido Hardcore Henry ou continuado a ler Bone.

Tchau.